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Pau e Prosa e Môlera adaptam produção de campanha em período de pandemia para Unimed Cuiabá

Uma homenagem que entrou para a história de campanhas institucionais em Mato Grosso. Assim é a recém lançada campanha da Unimed Cuiabá em homenagem aos médicos na “linha de frente” dos casos de Covid-19. O vídeo, que traz depoimentos de esposas, maridos e filhos, foi gravado de forma inédita pelas próprias famílias, com apoio de uma equipe de produção. As imagens têm emocionado médicos da cooperativa pelo reconhecimento e valorização ao seu trabalho durante a pandemia.

 

 

 

Um dos homenageados, o nefrologista Osvaldo Cassemiro Filho, se emociona ao falar do vídeo e relembrar os depoimentos da esposa Amalha e da filha Sophia, de 4 anos. Para ele, foi uma mistura de emoções, entre a felicidade de ver o amor de sua família e a preocupação pelo trabalho diário com pacientes do Covid-19. “Enquanto médicos, sabemos da nossa missão em cuidar de vidas, mas tem sido difícil sair para trabalhar e deixar nossa família em casa. A campanha fortaleceu ainda mais o amor que sinto por elas”.

A ideia assinada pelo redator publicitário da agência Pau e Prosa Comunicação, Neto Costa, era justamente captar a verdade das famílias dos médicos que vem enfrentando a angústia e medo por seus entes ao mesmo tempo em que sentem orgulho dos profissionais na chamada “linha de frente” do enfrentamento a Covid-19. O roteiro foi pensado para homenagear médicos e revelar a história pessoal por trás de cada de um deles.

Para a gravação das imagens de forma remota e sem nenhum contato com os familiares, os produtores da Môlera Filmes tiveram que “quebrar a cabeça”. O resultado foi um protótipo de câmera profissional conectado ao celular e controlado à distância pela equipe, que orientava e direcionava as famílias quanto ao enquadramento e escolha de cenário, por exemplo. Os depoimentos foram gravados em momentos de ausência dos médicos em casa, para ajudar na surpresa.

 

Esposa do médico de família Werley Silva Peres, a Ana Carolina da Veiga Peres, foi uma das “câmeras” da campanha. Após receber o equipamento em casa e seguindo as orientações da produtora, ela e a pequena Julia, de 3 anos, gravaram sua homenagem ao médico. “Nossa rotina mudou muito por conta da pandemia. Ele chegou a morar em um flat para evitar contato com as crianças. Então, ver essa homenagem o deixou bastante emocionado”, conta.

Ao divulgar a campanha, o presidente da Unimed Cuiabá, que se recupera do Covid-19, Rubens Carlos de Oliveira Jr, destacou os sacrifícios feitos pelos profissionais de saúde. Além do distanciamento de amigos e familiares, os médicos também lidam com os riscos de contaminação no contato direto com pacientes. “Queríamos uma homenagem sincera e emocionante. Deixamos para que falem aqueles que deveriam ser os mais próximos dos médicos e neste momento não estão podendo ser. É uma campanha histórica para nós da Unimed Cuiabá”, pontua.

Diretora Aministrativo-Financeiro, a cardiologista Suzana Aparecida Rodrigues, acrescenta que a campanha foca na importância da estrutura familiar e o reconhecimento aos profissionais. Segundo ela, o vídeo deixa explícito quem são os verdadeiros heróis da atualidade. “A homenagem retrata que não são somente os médicos que estão se sacrificando para atender pacientes com coronavírus, mas suas famílias também. São bens inestimáveis que neste momento ficam de lado para o exercício máximo da Medicina que é o de salvar vidas”, finaliza.

As imagens também serão veiculadas na rede local de televisão e você pode assistir abaixo.

 

 

 

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#VidasNegrasImportam: racista, lide com isso!

Há mais ou menos uma semana fui provocada a escrever sobre o “Vidas negras importam”. Confesso que minha primeira reação foi: “Não vai dar. Estou cansada disso”. Há também mais ou menos uma semana, se você acessar qualquer uma de suas redes sociais ou abrir um site de notícias, certamente, vai ler que “Vidas negras importam”. Ao que tudo indica, o mundo se uniu para “redescobrir” o racismo, a violência policial contra pretos, os privilégios brancos, as políticas públicas excludentes e o extermínio de jovens pretos. Então, ok. Vamos lá. Vidas pretas importam? Sim ou não? Qual foi a última vida preta que te importou?

 

Já havia escrito três parágrafos deste artigo resgatando as mortes de jovens pretos que levaram ao “Vidas negras importam” dos últimos dias. Resolvi apagar tudo e recomeçar. É sim a hora de recomeçarmos!

Olhar para o passado é fundamental para entender de onde vem o racismo, a segregação de brancos e pretos, as sequelas do escravismo e o motivo de tanto ódio por uma cor de pele. É essencial também conhecer Angela Davis, Dandara, Malcom X, Marthin Luther King, Maya Angelous, Rosa Parks, Zumbi dos Palmares, entre outras pretas e pretos que deram força e voz ao movimento e sua representatividade.

Por algum motivo, a força deles é o que impede que, nós, pretas e pretos, abaixemos a cabeça para o racismo. Por diversos momentos, parece que sim. Parece que a melhor saída é jogar a toalha, declarar o “cansaço”, fugir de gatilhos, e seguir a vida na inocente esperança de não ser o próximo alvo. Dá medo. E muito. A cada dia, morrem mais dos nossos. Matam mais dos nossos. Sentimos literalmente na pele: “poderia ter sido eu”.

No entanto, também “poderia ter sido eu” a Ella Jones, primeira preta eleita para a Prefeitura de uma cidade no Missouri, nos Estados Unidos, na semana passada. O local é justamente onde os protestos do “Black Live Matters” tiveram início.  Ou então, as ativistas americanas Alicia Garza, Patrisse Khan-Cullors e Opal Tometi que deram força ao movimento lá em 2013, com a convocação dos atos e mobilização da comunidade preta. Quem sabe teria a coragem da Harriet Tubman, escrava americana que não só fugiu da senzala, como ajudou a libertar mais de 700 escravos no final do século 19. E por que não, poderia ser a Rihanna, a artista musical mais rica do mundo no ano passado. Aqui no Brasil, poderia ter a representatividade de Marielle Franco, socióloga, “cria da favela”, lésbica, militante de esquerda e presente até hoje, mais de dois anos após seu assassinato político. Todas, mulheres pretas, assim como eu. Então, sim, “poderia ter sido eu”.

Na semana passada, uma amiga me fez reler um dos mais lindos poemas de Maya Angelous, outra preta incrível. Foram com estas palavras que eu me levantei, esqueci o tal “cansaço de falar sobre isso” e retomei meu orgulho em ser quem sou. Eles nos querem calados, sim. Quietos, fracos, desunidos, temerosos, sem esperança, escondidos. Pois bem. Se é isto que racistas querem, é exatamente o que NÃO terão!

“Da favela, da humilhação imposta pela cor

Eu me levanto

De um passado enraizado na dor

Eu me levanto

Sou um oceano negro, profundo na fé,

Crescendo e expandindo-se como a maré.

 

Deixando para trás noites de terror e atrocidade

Eu me levanto

Em direção a um novo dia de intensa claridade

Eu me levanto

Trazendo comigo o dom de meus antepassados,

Eu carrego o sonho e a esperança do homem escravizado.

E assim, eu me levanto

Eu me levanto

Eu me levanto.” (Maya Angelous)

* Bruna Pinheiro é jornalista formada pela Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) há oito anos. É também contratada pela Pau e Prosa Comunicação há menos de um ano, onde pela primeira vez não é a única ou uma das poucas pretas da sala.

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Assessoria de Imprensa

Nosso 1º mês de home office

Com quase 20 anos de atuação no mercado de assessoria de imprensa, publicidade e redes sociais, a Pau e Prosa completa hoje (23) o seu primeiro mês “trabalhando de casa”. Nas últimas semanas, o mundo todo parou por conta do novo coronavírus (Covid-19). A doença trouxe preocupações, medos, incertezas e a necessidade do isolamento social. As estações de trabalho da agência foram substituídas pelas mesas e notebooks na sala, quarto e outros espaços da casa de cada um dos paueprosianos. Muita coisa mudou, mas a turminha segue trabalhando firme, forte e contando os dias para voltar às ruas.

Diretora Geral da Pau e Prosa, a publicitária Ana Peron, conta que a decisão pelo home office da agência só foi possível graças a um alinhamento com os clientes e o comprometimento da equipe. Uma das preocupações era quanto à interação e diálogo com as marcas, sem a realização de reuniões presenciais, além do surgimento de pautas.

“O atendimento da Pau e Prosa com os clientes é muito ‘olho no olho’. Ir até o cliente demonstra a nossa dedicação. Por isso, a preocupação de mantermos isso mesmo com o isolamento social.  E superamos nossas expectativas. As agendas de reunião estão mantidas, o atendimento via telefone e WhatsApp mais ágil do que antes. Tudo para não perder o nosso ritmo de trabalho e contato”, destaca Ana.

E com a suspensão de atividades e cancelamento de pautas e eventos de clientes, como ficou o planejamento da agência? A Ana explica que as mudanças causadas pelo coronavírus geraram novos olhares para a equipe de atendimento, criação, mídia e redação. A ideia é adequar as demandas com outras propostas e mensagens a serem transmitidas.

“São novos tempos para a comunicação. É importante levar informação, mostrar como a empresa está lidando com este momento, com seus funcionários, tranquilizar os clientes no que for possível, e trabalhar novas assuntos. O cliente que já tinha uma comunicação bem estruturada conseguiu enxergar a relevância dela neste momento”, acrescenta.

E a turminha da PP? Bom, o horário de atendimento segue o mesmo, com reuniões pelo telefone, vídeo chamadas, mensagens no grupo do WhatsApp, marcação de pautas pelo sistema, e-mails. Nesta hora, vale de tudo para entregar os jobs dentro do prazo, com aquela qualidade que a Pau e Prosa tem. E óbvio, com todo mundo em casa!

“Tivemos algumas dificuldades no início, como tudo que é novo. Cada um foi se adaptando e os clientes também, mas vejo que a Pau e Prosa encontrou o seu ritmo de teletrabalho muito rápido. Está funcionando de acordo com o que planejamos e, principalmente, com a garantia de saúde e segurança da equipe, que é o mais importante”, salienta a diretora da agência.

Isolados – Neste primeiro mês de home office, duas datas marcaram a Pau e Prosa de um jeito diferente. O primeiro, na Páscoa, em que cada funcionário ganhou um ovo de chocolate, entregue especialmente em casa. Isto serviu para lembrar as manhãs e tardes com pedidos de bolos e lanches saudáveis (risos) da turminha, além de reunir a equipe mesmo que virtualmente. O segundo, foi o aniversário da chefa, Ana Peron. Não teve bolo surpresa, com gritos e selfie, mas ela ganhou um mimo assinado pela equipe no final do dia. Em tempos de isolamento, é assim mesmo.

Todo este esforço da Pau e Prosa para manter o trabalho realizado em casa atende às recomendações dos órgãos de saúde nacionais e internacionais em relação ao isolamento social para evitar a contaminação do coronavírus. A agência tem consciência de que, infelizmente, esta não é a condição de muitas pessoas. Por isso, quem puder, deve ficar em casa. É a vida em risco, da mãe, do avô, da enfermeira, do atendente da farmácia, do policial, da cozinheira, de todo mundo. FIQUE EM CASA!

 

Foto: Allan Galhardo

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