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Chef cuiabano participa do reality show Fechando a Conta

No dia 13 de maio estreia a próxima edição do reality show Fechando a Conta, exibido pela Globo e apresentado por Ana Maria Braga. Desta vez, o programa conta a participação do cuiabano Hugo Rodas, chef e idealizador dos restaurantes Seu Majó.

Durante o programa os participantes, chefs profissionais, serão desafiados a prepararem receitas com o queridinho ‘arroz’. Todos entram na disputa com um crédito de R$ 20 mil para a compra dos ingredientes, que serão utilizados na disputa, para a realização dos pratos.

O prêmio para o vencedor é o valor que ele conseguir economizar na competição. Nas edições passadas, o quadro teve como especialidades culinárias o churrasco, massas, comida portuguesa, prato feito, pizza, comida mineira, comida de boteco e bolos.

Chef Hugo Rodas

Apaixonado pela culinária desde criança, Hugo Rodas formou-se em Gastronomia pela Universidade de Cuiabá. Suas experiências em diversas cozinhas pelo mundo ajudaram na construção enquanto cozinheiro e chef.

“Exijo muito de mim e por isso sempre quero mais. Esta é uma oportunidade incrível de mostrar o meu trabalho e minha paixão pela cozinha. Quero mostrar ao Brasil que é possível mesclar culturas gastronômicas diferentes sem perder a identidade. É isso que fazemos no Seu Majó e mostraremos em rede nacional”, comenta.

A cozinha, assim como qualquer outra ciência, com muita prática é possível alcançar a perfeição. Segundo Hugo, é importante estudar, mas viver e respirar para a cozinha é fundamental.

 “Se cozinharmos todos os dias, vamos cozinhar bem. É importante estudar, mas a prática traz muito ensinamento. Para mim, é necessário ser apaixonado pelo que se faz. Cozinha é energia. É preciso estar feliz porque transmitimos isso para o prato. Eu amo o que faço. Amo comer e cozinhar, isso faz muita diferença”, esclarece.

Hugo é o chef responsável por idealizar e fundar o Seu Majó, cujo nome homenageia seu avô Belino, especializado em cozinha italiana com toques regionais, chamada carinhosamente de BRASILIANA.

Atualmente o Seu Majó possui três unidades, localizados na rua 24 de outubro, Jardim das Américas e no Tast Lab do Shopping Estação.

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Alunos discutem a crise dos refugiados na Europa durante a 1ª ONUECSA

Visando a discussão de temáticas relacionadas ao desenvolvimento e adversidades enfrentadas pela humanidade, com objetivo de obter resoluções para problemas globais, a Escola Chave do Saber (ECSA) deu início ao projeto piloto ONUECSA – ACNUR, que consiste na simulação da Assembleia Geral da ONU. O primeiro simulado aconteceu na última sexta-feira (12), na instituição de ensino, cujo o foco foram os refugiados na Europa.

Os problemas enfrentados pelos refugiados são tratados pelo Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR), criado pela Resolução n.º 428 da Assembleia das Nações Unidas, que tem como missão dar apoio e proteção a essas pessoas em todo o mundo.

Segundo a consultora e conselheira pedagógica do Grupo Saber, responsável pela aplicação e direcionamentos do projeto na ECSA, Magna Celene Parreira de Assis, “a crise dos refugiados na Europa chama a atenção devido ao fato de envolver vários países e maior parte deles não quererem se comprometer em receber e investir nessas pessoas”.

Ao todo, a delegação mirim foi composta por treze alunos do 8º e 9º ano do Fundamental II, que representaram países distintos, escolhidos por eles. A princípio, a missão foi estudar sobre a história do país em questão, além dos aspectos político-econômico, social e territorial.

De acordo com Magna, cada delegado – denominação para os representantes de cada país, formulou e apresentou um documento formalizando seu posicionamento e comprometimento com a causa.

“Esse registro se chama DPO – Documento de Posição Oficial. A partir dele os delegados puderam ter uma visão mais ampla de quais seriam os países que poderiam firmar uma aliança e quais teriam mais dificuldades para negociações”, explicou.

Magna enfatizou ainda que a participação na atividade é algo totalmente voluntário, que não vale pontos. “Foram aproximadamente um mês e meio de estudos. No início muitos alunos se interessaram em participar da simulação, mas somente aqueles que estavam dispostos, de fato, a dedicar seu tempo para estudar ficaram no projeto”, comentou.

A simulação da ONU propicia aos alunos o desenvolvimento da capacidade de argumentação, oratória e retórica, entendimento sobre documentos e convenções internacionais, poder de liderança e tomada de decisões, técnicas de negociação, entre outros.

“Já estamos treinando o professor de geografia para darmos continuidade ao projeto e abordar temas diferentes. A ideia é preparar esses jovens para o futuro, inclusive na hora da escolha de um curso superior. Hoje é muito comum colocar no currículo as atividades extraclasse na educação básica. Isso faz toda a diferença”, ressaltou.

Desafio Surpresa

Durante a Simulação ONU, quando os delegados debatiam resoluções para o problema dos refugiados na Europa uma grande “notícia”, dada por um integrante da imprensa, mudou o rumo das discussões. Um barco com cerca de 350 pessoas, metade delas crianças, estava em alto mar, rumo a Itália, e em menos de uma hora afundaria. Porém, o país havia anunciado que não poderia recebê-los. Os veículos de comunicação aguardavam um respaldo da delegação. O que fazer?

A resolução: Preocupados com destino daquelas pessoas, os delegados tinham apenas três minutos para chegarem a uma solução. Após calorosa discussão, três países se uniram, Portugal, Espanha e Turquia, e entraram em ação com o envio de helicópteros para o resgate. Estados Unidos e Líbano se comprometeram em ajudar financeiramente.

Pedro Afonso, do 9º ano, é um dos alunos participantes da simulação e delegado do Líbano. Mesmo o seu país não estando envolvido diretamente com a questão dos refugiados na Europa, foi um dos que mais participaram e interagiram, abraçando a causa como se estivesse na vida real.

“Essa simulação foi algo muito importante, até mesmo pelo desenvolvimento psicológico que proporciona para a gente. É fantástico, espero que continuem. Temos a expectativa de que aconteça uma vez ao mês, abordando temas diferentes. Pretendo continuar sempre, até o final do ano se possível”, comemorou.

ACNUR

A maioria das pessoas pode contar com seus países para garantir e proteger seus direitos humanos e a sua integridade física e mental. Entretanto, no caso dos refugiados, o país de origem mostra-se incapaz de dar essa garantia.

A proteção de refugiados e das populações deslocadas por guerras, conflitos e perseguições é a principal missão do ACNUR, a Agência da ONU para Refugiados, que busca soluções adequadas e duradouras para estas pessoas. Trabalha para assegurar que qualquer indivíduo, em caso de necessidade, possa exercer o direito de buscar e receber refúgio em outro país e, caso deseje, regressar ao seu país de origem.

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Curso de Mediação Extrajudicial qualifica profissionais de cartórios de MT

A fim de auxiliar na resolução de conflitos e redução da judicialização, a Escola da Magistratura Mato-Grossense (EMAM) oferece o curso de Mediação Extrajudicial, voltado aos profissionais de cartórios extrajudiciais do Estado, com o intuito de promover a qualificação desses agentes na deliberação de processos extrajudiciais. A primeira turma de 2019 já está em andamento e a previsão é que as inscrições sejam reabertas em julho.

A mediação e conciliação são procedimentos que possuem características peculiares que exigem técnicas específicas, portando, a capacitação se faz extremamente necessária. O curso auxilia no entendimento das questões, evitando o agravamento de conflitos e impedindo que novas demandas cheguem ao Judiciário.

Para a ministrar as aulas, a EMAM convidou a instrutora certificada pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) para a formação de Mediadores Judiciais, Sueleni Pereira Valério Chung. A profissional também é mediadora e conciliadora do Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc) – Central Cível e Família em São Paulo.

De acordo com Sueleni, o curso de qualificação é de suma relevância pois atende à Resolução 125/2010 do CNJ que trata a mediação e conciliação como meio adequado para a solução de conflitos. “Além desta, tivemos no último ano o Provimento nº 67/2018 que trata sobre os procedimentos em cartórios extrajudiciais. O nosso público é justamente os funcionários desses cartórios e essa resolução traz uma série de possibilidades para o cidadão, na solução dos conflitos antes da judicialização”, comentou.

Chung disse ainda que a ideia é que essas desavenças sejam resolvidas sem judicializar e que atualmente existe a possibilidade de os cartórios desenvolverem essas questões com o cidadão dentro de um ambiente extrajudicial. Por isso, a capacitação dos profissionais para que possam levar a mediação e suas ferramentas de resolução para dentro dos cartórios extrajudiciais.

“Receber muito bem uma pessoa é uma das técnicas mais utilizadas mais dentro da mediação e conciliação. Nós chamamos de rapport – que envolve o sentimento e onde pode-se estabelecer a empatia. Além do afago, no qual se reconhece os esforços das pessoas que, neste caso, é quando ela decide optar por uma resolução por meio da mediação e conciliação”, revelou a mediadora.

Além de Sueleni, o curso de Mediação Extrajudicial é ministrado juntamente com Celso Ferreira da Cruz Victoriano, docente da EMAM, Instrutor e Supervisor Judicial do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos (NUPEMEC/TJMT/CNJ).

O diretor-geral da EMAM, Eduardo Calmon, enfatizou ainda o Provimento nº 72/2018, de 27 de julho, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) que dispõe sobre medidas de incentivo à quitação ou à renegociação de dívidas protestadas nos tabelionatos do Brasil. “Para que os cartorários pudessem trabalhar nesse novo segmento, surgiu a necessidade da qualificação profissional e a EMAM, em razão da expertise que possui na área, veio exatamente preencher esse anseio. Então lançamos o curso de mediação extrajudicial voltado exclusivamente na formação de mediadores para serventias extrajudiciais”, explicou.

Calmon enfatizou ainda que essa qualificação permite a redução da litigiosidade na medida em que a mediação fomenta os acordos e a pacificação entre aqueles que possuem problemas com dívidas.

Cleverton Carita é um dos alunos do curso promovido pela EMAM e veio do município de Claudia, distante há mais de 560km da capital mato-grossense. Tabelião do 2º Ofício Extrajudicial do município, ele acredita que a capacitação irá somar não só para a sua profissão, mas também para a população que irá usufruir da ferramenta – que promete desafogar o Judiciário.

“Como nós já somos pacificadores de conflitos, esta é mais uma ferramenta que beneficiar o nosso trabalho, podendo resolver problemas entre as partes ali mesmo, no cartório”, enfatizou.

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