Voltar

CANTINHO DA IMPRENSA

Oncomed / Release


Guitarra autografada pelo Titãs vai a leilão para ajudar pacientes com câncer

27/07/2018

Ajudar o próximo! É com este ideal que a banda Endorphina nasceu e busca sensibilizar as pessoas para questões sociais ligadas à saúde. Depois da campanha para doação de sangue, agora o grupo colocou em leilão uma guitarra autografada pelo Titãs e o dinheiro arrecado será repassado para o Grupo de Apoio aos Pacientes com Câncer (Gapcan), que existe há mais de 20 anos.

O médico Alberto Bicudo, guitarrista da Endorphina, conta que a guitarra foi doada pela loja Império do Som, primeira parceira da iniciativa, e ele aproveitou o contato que tinha com Sérgio Brito do Titãs e pediu que o instrumento fosse autografado pela banda.

A história é até curiosa porque os Titãs estavam em turnê e eles tiveram que conciliar com a agenda da banda e enviaram a guitarra para a cidade de Bertioga, em São Paulo, onde fariam um show, e assim puderam assinar o instrumento.

Com a guitarra assinada, a banda Endorphina se reuniu e avaliou qual instituição ajudaria. A ideia foi buscar uma entidade que estivesse mais próxima dos pacientes e foi assim que surgiu a ideia de ajudar o Gapcan que é liderado pelos próprios pacientes e ajudam outras pessoas que estão em tratamento contra o câncer.

Quem quiser participar do leilão pode fazer lances online pelo site: http://www.kleiberleiloes.com.br/leilao/detalhe_leilao/372#lotes e no dia 4 de agosto presencialmente num evento que será realizado na Associação Médica. Além do show da banda Endorfina, o público ainda poderá curtir o som de Coronella e The Xomanos.

Esta não é a primeira ação social da banda cuiabana formada pelos médicos Alberto Bicudo (guitarra), Luigi Brianez (guitarra) e Gilmar Espírito Santo (baixo), além do fisioterapeuta Erik Martins (bateria) e o advogado Christopher Moura (vocal). A primeira campanha ocorreu no início de 2018, em prol do Hemocentro de Mato Grosso. Contou com o apoio do guitarrista da banda Sepultura, Andreas Kisser. A ação resultou na doação de aproximadamente 450 bolsas de sangue, e terminou com uma grande festa de rock no Malcom Pub em Cuiabá. Com a iniciativa surgiu o slogan “O Sangue do Rock tem Poder” que identifica as ações sociais organizadas pela banda.

Gapcan

O grupo surgiu oficialmente em 1997, mas a ideia começou dois anos antes, conforme conta o presidente do Gapcan, Cornélio Silvano Vilarinho Neto, um dos fundadores. Atualmente a história de vida dele serve para dar esperança a outros pacientes. Mesmo já tendo contado várias vezes, Cornélio não se cansa de falar do milagre que aconteceu e o permitiu estar vivo 23 anos depois de ser diagnosticado com câncer no estômago e terem dito que viveria somente por mais um ano.

O Grupo é formado por voluntários e atende cerca de 80 pessoas por dia. Além de oferecer lanches para os pacientes e acompanhantes que fazem a quimioterapia no Instituto de Tumores de Cuiabá (ITC), localizado no Hospital Geral, eles auxiliam com medicamentos, suplemento alimentar, na compra de cateter para quimioterapia, próteses de mama entre outros produtos que sejam solicitados para o tratamento e não há condições do paciente comprar.

Ao longo destes 21 anos, mais de 80 mil pacientes já receberam apoio do Gapcan. A principal ajuda é com medicamentos e materiais, além da doação de próteses mamárias externas, cateter, perucas, fraldas, entre outros itens.

Atualmente, o grupo conta com doações e realiza dois eventos beneficentes ao ano para arrecadar recursos e conseguir se manter e ajudar os pacientes. O Gapcan conta com o apoio dos médicos sócios da Oncomed: Cristina Guimarães Inocêncio, Gilmar Espírito Santo e Marcelo Bumlai e todo seu corpo clínico.

Os médicos também realizam atendimento voluntário no Multiação e por meio do Gapcan realizam os exames e fazem o acompanhamento destes pacientes no ITC. Neste último ano, quase 120 pessoas foram atendidas.

O Gapcan é uma Entidade Civil de caráter filantrópico, que não tem fins lucrativos e mantém trabalho voluntário assistencial voltado ao apoio a pacientes com câncer em tratamento.

Julho: mês da conscientização e alerta para o câncer ginecológico

26/07/2018

Considerado uma das principais causas de morte de câncer nas mulheres, os tipos de câncer ginecológico são pauta de conscientização neste mês de julho. Estamos falando de: câncer de ovário, vulva e endométrio, além do colo do útero, o mais comum entre todos eles. A médica Danielly Gobbi, cirurgiã oncológica da Clínica Oncomed, explica que cada tipo tem uma faixa etária com maior incidência.

Os cânceres ginecológicos de forma geral têm faixas de idades preferenciais para cada tipo. Na mulher jovem, vamos pensar em câncer de colo de útero e na mulher a partir de 50 anos câncer de ovário, endométrio e vulva comenta. “Estamos vendo hoje que o câncer do colo de útero está cada vez mais frequente em mulheres mais novas”, sinaliza.

O câncer do colo do útero é uma doença que se desenvolve a partir do contagio do papiloma vírus humano o HPV. “A transmissão do HPV é essencialmente sexual e o uso de preservativos é muito importante mas não é suficiente para a prevenção, já que é transmitido pelo simples contato pele com pele infectada” explica.

A doutora faz um alerta para as mulheres procurarem o ginecologista pelo menos uma vez ao ano. “Então devemos aconselhar as mulheres com vida sexual ativa, a colher o preventivo, o Papanicolau, e terem a genitália examinada periodicamente. A lesão inicial em geral e potencialmente curável quando diagnosticada a tempo.

No caso de câncer de colo de útero existe uma vacina contra o HPV disponível na rede pública. A vacina bivalente está disponível na rede pública a partir dos 9 anos e sem limite de idade. Na rede privada é disponível a vacina quadrivalente que pode ser realizada dos 9 aos 45 anos na mulher. Importante lembrar que homens também devem ser vacinados.

Os casos iniciais são geralmente assintomáticos e os sintomas mais frequentes são dor e sangramento no ato sexual ou desconforto abdominal persistente mas estes só aparecem infelizmente em casos já adiantados.

“O cuidado continuo com a saúde da mulher sexualmente ativa é pilar de sustentação do diagnóstico e da cura em potencial já que se trata de um dos cânceres passíveis de prevenção”, afirma.

De acordo com a médica, “Podemos dizer que o câncer de ovário é um achado, já que é assintomático. Geralmente a paciente faz um exame de ultrassom transvaginal e descobre uma lesão ovariana. Por isso é importante a rotina de ir ao médico, de acompanhar e de falar vim aqui só para te ver”, brinca.

Quanto ao câncer de endométrio, os principais sintomas são o sangramento após a menopausa. Os grupos de risco para este câncer são as pacientes tabagistas, hipertensas e diabéticas nas quais este sintoma deve ser mais valorizado.

Por fim, o câncer de vulva, que e menos frequente, mas ocorre frequentemente em pacientes idosas e se manifesta com feridas na região genital dolorosas, que não cicatrizam e por vezes sangram.

O diagnóstico em si não resume somente a ler o exame, e expor o resultado. Todo o processo de diagnosticar e contar para a paciente é uma das partes mais sensíveis de todo o procedimento, justamente por ser o primeiro contato daquela mulher com a doença. De acordo com Danielly, a abordagem multiprofissional da equipe e o acompanhamento fazem toda a diferença.

Oncomed celebra Dia do Amigo com pacientes e acompanhantes

23/07/2018

Amigos são aqueles que estão ao nosso lado em todos os momentos, especialmente nos mais difíceis, quando precisamos ainda mais de apoio. A Oncomed, clínica de tratamento multidisciplinar de câncer, sabe bem disso e iniciou nesta sexta-feira (20), a celebração do Dia do Amigo, com a entrega de cartões-postais para os acompanhantes escreverem uma mensagem aos pacientes.

Sirlene Rodrigues, irmã da paciente Maria Helena, relata que a família é de Campo Verde, 120km de Cuiabá, e se reveza para acompanhá-la durante as sessões de quimioterapia, consultas, exames. “Nós somos uma família de cinco irmãos e ela é a nossa fortaleza. ‘Quebra galho’ de todos que precisam. Então nós estamos aqui doando o nosso carinho e atenção nesse momento que ela mais precisa”.

Já o seu Wilson, esposo de dona Helena, diz que ela é muito importante em sua vida e por isso faz questão de acompanhar todos os dias. “Ela é muito mais que esposa, é minha companheira, cuida de mim como uma mãe. Por isso estou sempre ao lado dela dando muito carinho e atenção. É hoje é um dia muito feliz para nós, ela está melhorando, a mancha no pulmão sumiu. Já já ela ficará boa, eu confio”, afirma.

A Oncomed, por meio da equipe de trabalho, tem objetivo de deixar o espaço cada vez mais acolhedor. A clínica oferece um ambiente diferenciado dos hospitais com atendimento fraterno, tornando assim, o momento do paciente ali dentro menos doloroso. A recepcionista Rosângela Pereira confirma o clima de família na clínica.

“Eu trabalho aqui há seis anos e amo vir para cá todos os dias. É como se fosse a minha casa. Nós construímos uma amizade com os pacientes, sabemos da vida, nos envolvemos, nos emocionamos, é ótimo trabalhar aqui. Tem uma paciente que virou amiga minha, me ajudou com meu filho, vai na minha casa. Ao longo na minha vida, Deus me colocou aqui e eu entendi que aqui é o meu lugar”, finaliza.

As irmãs Maria Claudina e Denalzi da Mata estão sempre juntas na clínica. Maria comenta que a melhor parte de seu tratamento é ter a irmã Denalzi ao seu lado. “Sem a minha família seria muito pior. Eles me dão força e me ajudam a manter o bom humor. Eu não me sinto doente, de maneira nenhuma. Essa fase vai passar”, finaliza.

Além da felicidade em comemorar o Dia do Amigo, dona Genoveva afirma que está no seu melhor dia. “Ao lado de minhas filhas, que me ajudam e cuidam de mim, recebi a melhor notícia que eu poderia. Só terei que voltar em outubro para a consulta. Moro em Rio Negro, Mato Grosso do Sul, e só quero vir a passeio”.

Pacientes vêm de longe em busca de atendimento da Oncomed no Multiação

21/06/2018

Pessoas que precisaram se deslocar quilômetros e que estão há muitos meses à espera de um exame passaram neste sábado (16) pelo estande da Oncomed no projeto Multiação. O atendimento, realizado no campo de futebol do bairro Jardim Passaredo, em Cuiabá, é uma ação voluntária realizada há três anos pela clínica da Oncomed, com o objetivo de oferecer orientação, prevenção e encaminhamento relacionados ao câncer.

O trabalho é bastante elogiado pelos pacientes, que são em sua grande maioria das camadas mais carentes da população. Há casos em que as pessoas vêm de longe em busca de atendimento, como conta Delina de Souza Ribeiro, de 61 anos, que mora no bairro Jardim Glória 2, em Várzea Grande. “Graças a Deus estou conseguindo o que preciso. O atendimento é muito bom. Peço às pessoas que não faltem, venham procurar, como eu fiz. Passei por um médico muito bom e ele já vai fazer o encaminhamento para mim. O Hospital Geral já vai cuidar de mim”, comemorou.

Outro paciente que andou bastante para buscar atendimento foi Noel Carlos Aplínio da Luz, de 59 anos, morador do bairro Itapajé, em Cuiabá. Ele afirmou estar esperando há um ano por um exame no sistema público de saúde. “Eu tenho problema na próstata, está alterada. Há um ano estou tentando pelo SUS e há um ano esperando pelo exame da biópsia e nada. Eu tenho histórico de câncer na família. Meu pai, meus irmãos”, relatou. “O atendimento é de primeira. Não tem coisa melhor”, elogiou, depois de passar pelo oncologista.

Já Lindalva Ricardo da Silva Costa, de 55 anos, que mora no bairro Tijucal, aproveitou que o Multiação estava próximo de sua casa para buscar informação. “Isso aqui ajuda muitas pessoas que não têm como se locomover. Eu vim mais por prevenção, mas muita gente procura porque está com algum problema. Peguei as orientações, fui encaminhada para o hospital para fazer exame. Foi tudo ótimo”, elogiou.

O oncologista clínico da Oncomed Eduardo Dicke ressaltou que a orientação e a prevenção são focos do trabalho dentro do Multiação. “A intenção maior é reforçar a importância dos exames preventivos para câncer, do autocuidado, do exame preventivo do câncer de colo de útero, do câncer de mama, do câncer de próstata, de intestino, de pulmão”, disse.

Mas a clínica não mede esforços para fazer o encaminhamento dos pacientes. “Em todas as oportunidades do Multiação sempre aconteceu de ter diagnóstico ou de identificar casos precoces. Então, fazemos o direcionamento para a estrutura hospitalar do Hospital Geral Universitário, para podermos atender o paciente no menor tempo possível”, explicou.

Fonte: Pau e Prosa Comunicação

ARTIGO: Dia Mundial Sem Tabaco

31/05/2018

Os números são uma forma bastante eficaz de mostrar a dimensão das coisas. Então, neste “Dia Mundial Sem Tabaco” (31 de maio), nada melhor do que trazer à tona dados que reforçam a importância da data e da conscientização da população. Por exemplo, de acordo com pesquisas divulgadas este ano pelo Instituto Nacional de Câncer (Inca), referentes a 2017, 428 pessoas morrem por dia no Brasil por causa do tabagismo.

Isto equivale a 12,6 % de todos os óbitos em pessoas maiores de 35 anos, o que representa 156.216 mortes por ano passíveis de serem evitadas. No Brasil, as estimativas são de que 4 a 17 % das mulheres e 10 a 24 % dos homens fumem regularmente. Mas existe um contingente grande de pessoas que são consideradas fumantes passivos, ou seja, que são impactados pelo fato de conviverem com pessoas que fazem uso do tabaco.

Vale ressaltar que a fumaça do cigarro também contém substâncias tóxicas e cancerígenas, o que contribui para o desenvolvimento de doenças em pessoas que convivem com tabagistas que fumam em ambientes fechados.

A fumaça tragada pelo fumante contém cerca de quatro mil compostos, mais de 200 tóxicos e cerca de 40 cancerígenos. Uma parte dessas substâncias não vai para o organismo do fumante por causa do filtro que têm os cigarros, por exemplo. Mas a fumaça que sai da ponta acesa não é filtrada. Quer dizer que o ambiente recebe, em média, três vezes mais nicotina e monóxido de carbono, e até 50 vezes mais substâncias cancerígenas.

Só esses números já assustam, não é mesmo? Mas a conta ganha muito mais apelo quando se mostra o impacto no restante da população. O mesmo estudo do Inca revela que o país perde anualmente R$ 56,9 bilhões em função de despesas médicas e perda de produtividade. São recursos gastos com o atendimento de pessoas com problemas de saúde atribuíveis ao tabagismo e os custos da incapacidade ou morte prematura dos trabalhadores.

São custos tão altos que nem mesmo a carga tributária imposta sobre a produção e a venda de cigarros é capaz de compensar. Estima-se que a arrecadação seja de aproximadamente R$ 13 bilhões ao ano, valor que chega a cobrir apenas 23% das perdas causadas pelo tabagismo. O aumento do preço dos cigarros através dos impostos é reconhecido mundialmente como a medida mais custo-efetiva para reduzir seu consumo, principalmente quando políticas fiscais sustentadas são mantidas ao longo do tempo.

O estudo divulgado pelo Inca mostra que com o aumento do preço dos cigarros no Brasil toda a população seria beneficiada. Um reajuste de 50% poderia prevenir mais de 136 mil mortes, 507 mil doenças cardíacas, 64 mil novos cânceres e eliminar mais de 100 acidentes vasculares cerebrais (AVC) em dez anos. Além disso, recursos da ordem de recursos de R$ 97,9 bilhões poderiam ser gerados, impactando positivamente na economia brasileira.

Se ampliarmos o universo, as contas ficam ainda mais alarmantes, pois o tabagismo é a principal causa evitável de morte e doença em todo o mundo. Anualmente, são cinco milhões de mortes atribuíveis ao consumo de produtos de tabaco. E as previsões são de que, em 2025, esse número dobre de tamanho.

Como na Matemática, em que os números não mentem, não há dúvidas quanto aos efeitos danosos do tabagismo. E o mesmo se pode dizer da importância da prevenção e da detecção precoce de doenças, especialmente o câncer. Quanto mais cedo for o diagnóstico do câncer e o início do tratamento, assim como quanto maior for a qualidade desse atendimento, maiores são as chances de cura e de sobrevida para o paciente.

Carla Nakata é médica oncologista clínica da Oncomed

Oncomed atende 60 pessoas durante o Ação Global no Sesi Cristo Rei

30/05/2018

Cerca de 60 pessoas foram atendidas pela Oncomed durante a 25ª edição do mutirão “Ação Global”, realizado no sábado (26 de maio), no Sesi Cristo Rei, em Várzea Grande. É o primeiro ano em que a clínica especializada em tratamento multidisciplinar do câncer participa voluntariamente da iniciativa, organizada pelo Sistema Federação da Indústria de Mato Grosso (Fiemt) e TV Centro América (TVCA). 

A médica oncologista clínica da Oncomed, Cristina Guimarães Inocêncio, ressalta que a clínica também integra o “Multiação”, realizado mensalmente em diferentes bairros de Cuiabá e Várzea Grande. Em ambos o objetivo é o mesmo, realizar consultas e orientação à população. São 60 pessoas por edição, atendidas por meio de senha distribuída pela organização do evento.

O trabalho é realizado por dez médicos, entre cirurgiões oncológicos e oncologistas clínicos, que se revezam, explica Cristina. Dessa forma, além de não sobrecarregar os profissionais, também não há demora no atendimento aos pacientes. Eles passam, inicialmente, por uma entrevista que irá identificar se há alguma queixa ou a pessoa está somente em busca de informações sobre a doença.

A aposentada Brasilina Antonia de Arruda, de 68 anos, aproveitou a oportunidade para fazer uma consulta e elogiou a disponibilização dos serviços. “É difícil médico aqui e eu queria fazer uma consulta para ver como estão as coisas. É ótimo isso aqui. Da outra vez eu trouxe o meu marido para consultar”, contou. Segundo Cristina, ela foi encaminhada para fazer uma mamografia na Oncomed, que conta com uma filial da Imagens Medicina Diagnóstica.

A médica oncologista explica que o caso de Brasilina é um bom exemplo do atendimento realizado dentro dos mutirões. “Se o paciente tem alguma queixa, nós vamos tentar ver o que pode ser, se é pertinente, se pode ser câncer ou não. No caso das pacientes com mama a partir dos 40 anos, fazemos uma mamografia de cortesia. Depois analisamos o resultado”, descreveu. Se estiver normal, a Oncomed orienta a continuar realizando exames anuais. Se o resultado for positivo, o paciente é encaminhado para o Hospital Geral, onde há atendimento pelo SUS e pode ser acompanhado pela equipe da clínica.

Muitas pessoas vão até o estande em busca de informação. “A ideia é que a gente consiga trazer um pouco de educação porque, apesar da incidência ter aumentado nos últimos anos, a mortalidade vem diminuindo. É importante as pessoas terem essa noção. Quanto mais cedo ela procurar o médico mais cedo vai ser feito esse diagnóstico e mais chance tem de ser curada. É preciso tirar o estigma de que câncer é igual a morte. A gente tem que terminar com esse tipo de ideia, mudar a cultura das pessoas”.

CADASTRE-SE

Receba nossos melhores conteúdos, sugestões de pautas e convite para eventos diretamente no seu e-mail.

CONTATO