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CANTINHO DA IMPRENSA

Colégio Maxi Cuiabá / Release


Fuzuê Caipira tem danças típicas, casamento caipira e homenagem ao Brasil

02/072018

Com um público de 1200 pessoas, o Fuzuê Caipira Colégio Maxi contou com apresentações tradicionais das quadrilhas juninas, com direito ao já clássico casamento caipira representado pelos professores da escola. O evento ocorreu no dia 29 de junho no Buffet Leila Maluf.

As alunas do Ensino Fundamental ainda fizeram uma apresentação à parte no clima de Copa do Mundo homenageando o Brasil, que busca o hexacampeonato na Rússia. O cardápio misturou comidas típicas da região com as famosas guloseimas das festas juninas, como a Maria Isabel, Espetinho, Canjica e Curau, entre outros.

A professora Ana Helena Paroli foi a responsável por organizar as quadrilhas do 3º ano e conta que se surpreendeu com a adesão por parte dos alunos. “Desde o ano passado eu faço os ensaios da quadrilha. Eu gosto muito de festa junina e passo isso para os meninos. E este ano teve uma adesão de 95% dos alunos. O grupo teve que ser dividido em dois e as quadrilhas ocorreram de forma simultânea com um total de 96 pares de alunos. Esta foi a maior quadrilha que tivemos na escola”, relata.

A docente destaca ainda que esta foi a primeira vez que a instituição realizou a festa junina juntando as turmas do Fundamental e Médio, o que para ela foi marcante na história do Colégio Maxi. Além de contagiar os alunos com sua paixão por festa junina, Ana Helena também empolgou os professores que encenaram o casamento caipira. “Escrevi o roteiro e os professores encenaram. Foi uma surpresa para os alunos, porque eles não sabiam quem eram os atores”, explica.

Do casamento fizeram parte o professor Roger, como padre, Adriano, pai da noiva, Jaqueline, mãe da noiva, Leão foi o noivo abandonado, e o casal foi formado por Saragiotto e Stefânia.

As meninas da 3ª série também fizeram uma homenagem aos professores com hits de músicas que tivessem a ver com o jeito ou falas dos docentes. Ana Helena ressalta ainda que a participação nas 1ª e 2ª séries do Ensino Médio também foi muito boa e ainda teve um remix com passos de casal que, segundo ela, ficou muito bom.

“Os ensaios aconteceram durante a semana na escola mesmo. Foram muito responsáveis, fizeram o figurino do jeito que sugerimos. Fiquei emocionada em ver eles, porque todos foram muito cooperativos. Eu estou em tratamento ainda contra o câncer e eles sabem da minha fragilidade, mas foram muito parceiros durante todo este processo. Desde quando ficaram sabendo que eu estava doente, foram muito engajados, dançaram com prazer e com eu senti uma alegria muito grande. Fico feliz como professora, como pessoa e como funcionária da escola”, finaliza, emocionada. 

Festival Cultural é mosaico de habilidades e revela novos talentos

30/06/2018

Maior evento anual do Colégio Maxi, o Festival Cultural é um grande mosaico onde os alunos exercitam as mais diversas habilidades em apresentações de teatro, dança, música, painéis, produções audiovisuais e mostra Fab Lab. São atividades em que os estudantes literalmente colocam a mão na massa para criar, com o auxílio de professores, coordenadores e funcionários, para depois mostrar aos colegas o resultado. Como já virou tradição, até os professores entraram no clima.

Nesta sexta-feira (29 de junho) vários grupos subiram ao palco montado na quadra de esportes para cantar e revelar seus dotes cênicos dentro do evento, que teve como temas ”Mentes Brilhantes, a arte de criar e inovar”. Como Rafaela Martins, que se juntou aos colegas do 6º C para apresentar a peça “As crianças brincando no século 21 na era tecnológica”.

A apresentação mostrou a importância das brincadeiras mais lúdicas, típicas do passado, mas lembrou que é importante entender que os tempos são outros e é interessante também aproveitar o que as novas tecnologias oferecem. “A gente teve vários ensaios, teve várias tardes para montar cenário, praticar as falas. E deu tudo certo”, comemorou.

Algumas alunas aproveitaram para mostrar que são afinadíssimas, como Vivian Rodrigues da Cunha, do 8º B, que interpretou a difícil “Hello”, de Adele, com um certo nervosismo de início, mas que logo desapareceu. “Chega no palco e é uma experiência muito legal, porque você sente a música. Não canta por cantar, acaba sentindo mais a música, que está transmitindo um sentimento para as pessoas que estão assistindo”, analisa a estudante que faz aula de canto há quatro anos e não descarta seguir a carreira musical.

Camila Botelho Merthan, do 7º A, cantou “The Scientist”, do Coldplay. Ela confessou estar acostumada a cantar em eventos e disse que se sente muito bem no palco. “É uma experiência que eu gosto muito porque quando estou em cima do palco me solto, meu coração começa a cantar”, explicou. Para ela, a iniciativa do Festival é uma ótima oportunidade para revelar potenciais artistas. “Acho muito bom porque, às vezes, têm muitos alunos talentosos, mas com vergonha. Se não fosse pelas minhas amigas eu não teria cantado”, confessou.

Trabalho interdisciplinar

O professor de Física Saulo dos Santos Rodrigues, que coordenou as apresentações do Fundamental II e a Mostra do Fab Lab, salienta que o Festival Cultural está em sintonia com a proposta pedagógica do Colégio Maxi. “Isso aqui é uma coisa que a gente trabalha muito, que é a questão da interdisciplinariedade. Acho que a nova concepção da escola em relação a unir todo mundo, aluno trabalhando junto com professor, com pais, com coordenação, direção, possibilita uma maior proximidade. Até mesmo para o nosso cotidiano, em sala de aula, porque isso nos une a eles, a gente começa a perceber a linguagem deles”, argumentou.

“Para o Maxi tem sido uma experiência bastante significativa, porque os alunos se envolvem desde o roteiro, figurino, sonoplastia, a responsabilidade e deles. Nós, professores, na verdade somos só observadores. Ficamos de fora olhando, acompanhando, dando essa assessoria. Mas eles são os protagonistas”, acrescentou a professora de História Cássia Silvia.

Mestres no palco

No Festival Cultural os professores não só auxiliam os alunos na elaboração de suas apresentações. Eles também se unem para um número que já se tornou tradicional. Desta vez, explica Cássia Silvia, a ideia foi mostrar no palco uma linha do tempo da moda na América, fazendo um paralelo entre o modo de vestir a música. Foi uma decisão que demandou um bom investimento em ideias de figurino, pois a moda mudou muito nas últimas décadas. Pena que não deu para colocar tudo o que foi idealizado. “Dava para ter mais coisas, mas nosso tempo era bastante restrito, porque existe um regulamento a seguir”, justificou.a

Alunos apresentam TED Talks e exibem curtas-metragens durante Festival Cultural

29/06/2018

Com o tema “Mentes brilhantes, a arte de criar e inovar”, os alunos das cinco turmas da 2ª série do Ensino Médio apresentaram na tarde desta quinta-feira (28) aos colegas e professores, TED Talks e curtas-metragens com subtemas que envolviam assuntos como inovação na sustentabilidade, no cinema, no empreendedorismo, entre outros.

Hanna Bezerra, de 15 anos, aluna do 2ºB, atuou no segundo curta-metragem apresentado nesta tarde. A aluna comentou que o processo de criação do roteiro, adaptação para o tempo do regulamento foi compartilhado com os colegas, de maneira que todos participaram e trabalharam juntos.

“Eu e meu parceiro só atuamos, porque quem pensou em tudo foi a nossa colega Ana Julia. Ela que pensou em fazer como um documentário, falamos com a restante da turma e todo mundo apoiou. Ano passado sofremos com as gravações, com o aprendizado deste ano, nos organizamos mais e foi muito melhor”, avalia.   

O professor Ricardo Martins, coordenador do Festival Cultural para o Ensino Médio, avalia que essas atividades tornam os alunos protagonistas, dá autonomia para os alunos e mostra o quanto são capazes. Ele afirma que após o Festival, todo o restante do ano escolar melhora, porque todos ficam mais integrados, alunos e professores.

“Ao longo das aulas, os alunos ficam, algumas vezes, muito passivos. Nessas ocasiões ficam só ouvindo, ouvindo, absorvendo todo o conteúdo. Acaba que nem percebemos o potencial deles que vimos hoje. Um show. O Festival dá essa autonomia, torna eles protagonistas, e depois, até as aulas e convivência na sala melhora”, avalia.

A estudante Hanna conta que essas atividades ajudam muito, porque distraem um pouco durante o ano. “Eu acho muito bom para descontrair. Porque só prova, prova, é difícil. Uma coisa e outra durante o ano a gente curte muito. Esse Espaço Multiuso que criaram agora é muito bom”, comenta.

O coordenador do Ensino Médio, Carlos Leão, afirma que a ideia do Festival como um todo é trazer uma vivência diferente da sala de aula para os alunos.

 “O Festival propõe formar para além das competências cognitivas. Trabalha a resiliência, a capacidade de se deparar com o problema e resolvê-lo, a competência de falar em público e se relacionar. A ideia do Festival é essa, romper as barreiras das salas de aula, propor que eles utilizem a criatividade por meio de um curta, painéis e TED Talks”, finaliza.

O desenvolvimento dessas habilidades é percebido pelo aluno Hildebrando da Costa de 16 anos, do 2º A, que apresentou o primeiro TED Talk desta tarde. “Como eu quero ser advogado, preciso dessa experiência de falar em público, de tirar o nervosismo, perder a vergonha e falar. Porque quando eu estiver trabalhando, não quero ser um medroso, quero falar na frente de todo mundo. Eu gosto muito dessa experiência”, finaliza.

A diretora de orientação educacional, Jaqueline De Vechi, analisa que o Festival demanda mais de um mês de trabalho dos alunos, e isso faz com que eles se envolvam mais.

“Como os alunos ficam mais de um mês trabalhando no Festival, isso faz com que todo mundo se integre mais. Um dos principais reflexos após o término do Festival, é a socialização. Quebra-se uma barreira e constrói-se uma ponte. O Festival Cultural é um momento de integração, de socialização, de interação entre todos os elementos que compõem a escola. Desde funcionários da limpeza, professores, coordenadores, orientadores, equipe administrativa. É um momento que esta todo mundo próximo, construindo algo maior para ser apresentado depois”, pontua.

 O Festival Cultural integra o Ensino Fundamental e Médio do Colégio Maxi, teve início na terça-feira (26) e entende-se até a sexta-feira (29) com a exposição de painéis em todo o pátio da escola.

Alunos do Ensino Médio do Colégio Maxi entregam donativos no Abrigo Bom Jesus

28/06/2018

Como parte da programação do Festival Cultural, os alunos do Ensino Médio do Colégio Maxi entregaram para a Fundação Abrigo Bom Jesus os donativos arrecadados durante todo o mês de junho pelas turmas de 1ª e 2ª séries. A ação ocorreu nessa segunda-feira (25).

O professor Ricardo Martins, coordenador do festival no Ensino Médio, comenta que além das produções de curta metragem, apresentações de painéis, Ted Talks, produções de teatro, é importante praticar também a parte solidária. 

“Esse é um projeto que já existe há 10 anos. Nós sempre trazemos temas pertinentes para que eles possam discutir. A ideia é que eles se deparem com realidades diferentes das suas, ou seja, sair da bolha, que muitos acabam se isolando, por opção própria ou porque não tem esse contato. Nós queremos desenvolver nos alunos um olhar social por meio da solidariedade ”, finaliza.

Maria Regina de 15 anos, aluna do 1ª F, comenta que o engajamento da turma foi bem importante para conseguir arrecadar todos os mantimentos. “O mais legal que na minha sala, todo mundo se envolveu, cada um doou um donativo e no final, precisamos comprar pouca coisa. Isso foi o mais interessante, porque foi divertido ajudar quem precisa”, conta.

Ao total, foram 11 turmas engajadas na arrecadação e coleta de donativos durante todo o mês de junho. A lista continha mais de 50 itens diferentes, desde alimentação básica, como arroz e feijão, a materiais de limpeza, roupas, entre outros.

A vice-presidente do Abrigo, Jane de Jesus, comenta que atitudes como essa, são fundamentais para instituições que dependem de auxílios e doações. “Nós recebemos com muita alegria, porque sabemos que tem pessoas realmente importando com essa causa, que não é só da administração do Abrigo, mas de todo o Estado e de Cuiabá. Hoje são 80 internos que dependem de doações e de suas aposentadorias, por isso, toda contribuição é muito bem-vinda”, finaliza.  

Já para o aluno Gabriel de 15 anos, foi muito além do que doar mantimentos. “Muitos deles são carentes de atenção e carinho, estar aqui, conversar com eles, abraçar, dançar, também é uma forma de doação, isso para mim foi o melhor. Quero voltar mais vezes”, relata.

O Festival Cultural teve início nesta segunda com a temática “Mentes Brilhantes: a arte de criar e inovar” e segue até sexta-feira (29) com uma extensa programação que conta com apresentações de teatro, ted talks, mostra de curta-metragem, show dos professores e muito mais.  

Alunos produzem foguetes e podem representar o Brasil em olimpíada internacional

13/06/2018

Alunos do Colégio Maxi e a da Escola Chave do Saber (ECSA) podem ser premiados na Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA) de 2018. Cerca de 60 estudantes atuaram como responsáveis pela projeção, construção e lançamento de foguetes durante os meses de abril e maio.

A OBA selecionará os representantes do Brasil para participar das Olimpíada Internacional de Astronomia e Astrofísica (IOAA) e Latino-Americana de Astronomia e Astronáutica (OLAA).

O projeto foi responsabilidade do professor de Matemática, Marcos Ferreira, que explicou todos os passos. “A participação é totalmente opcional e funciona como uma atividade complementar. Os alunos se comprometem. Qualquer pessoa pode participar. Neste ano tivemos cerca de 60 alunos. Desde o mês de abril começa o planejamento e os estudo teórico para a criação dos foguetes”.

A OBA é um evento realizado em parceria entre o Governo Federal, diversas Universidades Federais, Sociedade Astronômica Brasileira (SAB) e Agência Espacial Brasileira. A competição é aplicada em 13 mil escolas para alunos dos ensinos fundamental e médio. Os participantes da olimpíada recebem certificado e concorrem a 40 mil medalhas.

Os participantes do Maxi e da ECSA passaram por prova teórica no dia 18 de maio para demostrar conhecimentos básicos em Astronomia e Astronáutica. As provas estão divididas em quatro níveis: três para os alunos do ensino fundamental e um para os do ensino médio.

A avaliação tem dez perguntas em cada etapa – três de astronáutica e sete de astronomia. A maioria delas, porém, exige apenas raciocínio lógico. Também em maio ocorreu a mostra de foguetes, momento que todo o planejamento foi posto em prática.

Os estudantes da Escola Chave do Saber realizaram os disparos dos foguetes em atividade lúdica desempenhada no Parque das Águas. Por questão de segurança, os materiais utilizados foram basicamente garrafas PET, ar comprimido e água. O professor Marcos, junto de uma equipe de colaboradores, supervisionou os exercícios.

Já os alunos do Colégio Maxi realizaram os lançamentos dos foguetes no Complexo Dom Aquino, ao lado do Shopping Popular. O local foi escolhido levando em conta que o projeto desenvolvido por estudantes do ensino médio utilizou na propulsão pequenas quantidades de compostos químicos. Todo o trabalho foi realizado no Laboratório FabLab, que contou com o apoio do coordenador do FabLab, Ricardo Martins, e do professor de Física, Juliano Garbelini da Silva, de Física.

Segundo o professor, o objetivo principal é instigar o pensamento nos alunos por meio de conceitos científicos. “Isso é sair da rotina. Sair da sala de aula e provocar a vivência dos alunos. Na construção do foguete eles estudam de maneira mais extrovertida, claro, sem perder a seriedade. Eles trabalham realizando cálculos, planejando cada ponto dos foguetes. Todos precisam resolver os próprios erros”, explicou Marcos Ferreira.

Conforme os realizadores da Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica, os vencedores serão conhecidos no dia 18 de setembro.

Equipes Maxi/ECSA são destaque nos IV Jogos Somos Educação 2018

13/06/2018

As equipes mistas do Colégio Maxi/ECSA tiveram uma excelente participação nos IV Jogos Somos Educação, realizados entre os dias 30 de maio e 2 de junho, em Goiânia (Goiás). A avaliação é da professora de Educação Física e técnica Ana Paula Gusman Amaral Souto. Elas conquistaram várias medalhas, algumas de ouro, nas mais diferentes modalidades, das tradicionais como Basquete e Handebol até Futebol Digital, passando pelo Xadrez.

Pelos cálculos da professora, os Jogos Somos Educação deste ano reuniram cerca de 1000 atletas/estudantes, oriundos de escolas do grupo de quatro estados brasileiros (Mato Grosso, Pernambuco, Rio de Janeiro e Goiás), além de Brasília (DF). A recepção e organização do torneio, feitas pelo colégio Integrado, de Goiânia (GO), foi impecável, destaca Ana Paula. Segundo ela, chamou atenção também o nível dos jogos, com partidas e provas bastante acirradas.

O alto nível, avalia a professora, valoriza ainda mais o resultado obtido pelas equipes Maxi/ECSA. “Viemos com muitas medalhas. Em vista dos outros, foi o ano que mais nos destacamos. Foi bem disputado mesmo”, festeja. Os alunos voltaram com dois primeiros lugares, seis segundos lugares e sete medalhas na Natação, uma de ouro e seis de prata (confira abaixo os resultados). “Foi uma participação excelente, tanto na questão de resultados como de integração. Então valeu bastante a pena”, comemorou Ana Paula.

Entre os alunos a satisfação também foi grande. Principalmente para uma competidora, Luiza Pinheiro, do 3ºA do Colégio Maxi, que jogou no Handebol e no Futsal Sub 18. “Foi uma grande experiência para mim, principalmente porque foram meus terceiros e últimos Jogos Somos Educação e, em especial, porque a nossa técnica foi a minha primeira professora (Ana Paula) de Educação
Física. Ter terminado com ela meu último ano foi muito especial”, comemora.

Para Luiza, outro ponto a ser destacado nos jogos foi a união das equipes. “Principalmente entre as meninas e os meninos. Foi uma emoção muito grande ter participado. Fiz vários amigos, até hoje a gente conversa com eles. A inclusão, que foi tema dos jogos este ano, também foi muito especial”, avalia. A abertura da competição, vale ressaltar, foi feita pelas bailarinas deficientes visuais do Centro Brasileiro de Reabilitação e Apoio ao Deficiente Visual (Cebrav), de Goiânia.

Muito além da competição

Os Jogos Somos Educação não visam somente o esporte. Jaqueline de Vecchi Seviero, diretora de Orientação Educacional do Colégio Maxi, explica que o objetivo de competições do tipo vai muito além da premiação dos atletas e equipes ou identificação de talentos. “A ideia é possibilitar ao aluno ter convivência com alunos de outras regiões, com outras culturas, promover a socialização entre eles, promover o respeito entre eles. Os alunos tiveram a oportunidade de conhecer um pouquinho da realidade desses colegas que moram tão distantes, estabeleceram vínculos emocionais, afetivos”, enaltece.

Os jogos, acrescenta Jaqueline, são importantes para fazer com que eles aprendam a respeitar a opinião do outro, a trabalhar em equipe, respeitar regras, não só esportivas, mas de convivência. “É um momento em que você tem essas crianças também longe dos pais, em que estão exercitando a autonomia, responsabilidade e compromisso. Então, os resultados são muito positivos e a gente também acaba estabelecendo uma proximidade, um vínculo muito maior com esses alunos, que vai além do vínculo profissional. Eles se aproximam mais dos professores, dos coordenadores”, exemplifica.

Resultados:

Handebol Feminino sub 18  - 2° lugar

Handebol Masculino e Feminino sub 15 - 2° lugar

Basquete Feminino sub 15 - 1° lugar

Basquete Masculino sub 15 -  2° lugar

Tênis de Quadra Feminino sub 15 - 1° lugar

Tênis de Mesa sub 15 - 2° lugar

Xadrez sub 15 - 2° lugar

Futebol Digital - 2° lugar

Natação (4 estilos) - 7 medalhas (1 de ouro e 6 de prata)

Marta Cocco e Luiz Renato encerram programação da 1ª Festa Literária do Maxi

26/05/2018

Dois importantes escritores mato-grossenses proferiram palestras nesta sexta-feira (25 de maio) no encerramento da programação da 1ª Festa Literária do Colégio Maxi. Marta Cocco concentrou sua fala, voltada aos alunos dos 6º e 7º anos, nos benefícios da leitura, enquanto Luiz Renato utilizou as próprias experiências para falar aos alunos do 8º e 9º anos sobre o (difícil) ato de se dedicar à literatura.

Como um evento que nasceu com o objetivo de estimular a leitura e o fazer artístico, a Festa Literária não poderia fechar sua programação, aberta no dia 23 de maio, com melhores exemplos. A premiada Marta Cocco, membro da Academia Mato-grossense de Letras que possui vários livros editados, baseou sua fala nos resultados comprovados da dedicação a esta atividade, que vão muito além do que se imagina, tanto no plano cognitivo, da razão, como no emocional.

“Ler traz benefícios de toda ordem. De raciocínio, capacidade de abstração, de estabelecer relações com outros textos já lidos, levantar hipóteses. Tudo isso no plano mais da razão. Mas o ser humano necessita, é de sua natureza, independentemente da cultura, da fabulação. De alimentar a sua alma, o seu espírito, a sua mente naquilo que não é do mundo pragmático. A literatura vai preencher esse espaço também”, exemplificou.

Os alunos mostraram que conseguiram captar bem a mensagem. “O livro é algo indispensável. Ele ajuda a gente a imaginar e ver as coisas de um ponto de vista diferente”, defendeu Carlos Augusto Ganne Melnec, do 6º B, que garantiu diminuir o tempo gasto com videogames para se dedicar mais à leitura. Até quem tem o costume se sentiu ainda mais incentivado, como Roberta Gabriele da Silva de Oliveira, do 7º C. “Eu comecei a ler e me apaixonei pela leitura, tem vários livros que eu gosto, mas pretendo ler mais. Parei um pouco por causa mais da escola, para estudar”, revelou.

Na palestra "Cardápio Literário", Luiz Renato falou bastante sobre seu trabalho. “Eu acho interessante falar dos bastidores da produção. Como surgem as ideias, como são formatadas, como são adaptadas até virar o produto final”. Para ele é importante desmistificar a figura do escritor, mostrar que na verdade não há um segredo ou uma fórmula secreta. “Eu acho que isso faz parte do trabalho de formação de leitor”, frisou.

Segundo Luiz Renato, são grandes os ganhos quando os alunos têm acesso ao autor e às suas obras. Por isso prefere não cobrar cachês, mas vender seus livros às escolas. “Para que os professores possam levar para sala de aula e fazer o trabalho. O que garante formação de leitor e do escritor são oficinas em escolas, viagens, se colocar mais perto do público para quebrar esse mito de que o autor, o artista é um ser impenetrável, distante ou até mesmo melhor que os demais”, reforçou.

Seu exemplo serviu para que os alunos valorizassem ainda mais o trabalho do autor. “Com certeza vai ajudar muita gente a ler. Só de ver essa palestra eu já quero ler um monte de livros, ler mais. Está muito corrido, por causa dos estudos, mas vou voltar à literatura e ele com certeza incentivou bastante”, opinou Giovani Garcia, do 8º D. “Achei bem legal a palestra, bem educativa. Mostrou como é legal ler. E é mesmo muito legal. Mostrou que a gente tem que se abrir para eles [os livros]. O escritor falou sobre como foi difícil para ele, mas que conseguiu, com dedicação”, ressaltou Giovanna Steinle Ruivo, do 8º A, fã declarada do gênero ficção científica.

Fonte: Pau e Prosa Comunicação

Artistas se reúnem com alunos em tarde de oficinas e conversas no Maxi

26/05/2018

“Poesia não compra sapato, mas como andar sem poesia?”. Ainda refletindo sobre questionamento do poeta Emmanuel Marinho durante a abertura da Festa Literária, o Colégio Maxi ofereceu uma série de oficinas e rodas de conversas na tarde de quinta-feira (24), segundo dia do evento. Dezenas de alunos debateram sobre produção de texto literário na Internet, o processo de criação de crônicas e construção de narrativas em histórias ilustradas.

As conversas sobre crônicas foram lideradas pelo jornalista Elias Neto, um dos principais nomes da Comunicação mato-grossense. Ele acabou por quebrar a barreira que costuma encurralar escritores à condição de personagens intelectuais distantes da realidade e do dia a dia.

“Nós nunca nos comunicamos tanto. Temos redes sociais, facilidades em serviços com internet. E todos produzimos crônicas, mesmo sem saber. A crônica é uma forma textual no estilo de narração que tem por base fatos que acontecem em nosso cotidiano”, afirmou o jornalista aos presentes.

Sem dúvida as crônicas possuem um papel de grande estima em meio aos mais variados gêneros de escrita. Mas a sala mais disputada pelos alunos tinha o escritor Santiago Santos como responsável. Criador do site Flash Fiction, o artista repercutiu sobre sua formação de leitor e escritor.

“Estou passando um pouco de conceituação teórica. Mostrando uma lista de autores vivos. Tudo para incentivar a produção dos alunos. Há um universo muito grande para publicação. No Brasil existe uma explosão. Tem muita gente descobrindo a literatura e querendo produzir. Quanto mais pessoas produzindo, mais pessoas poderão ler. O que quero é servir como um gatilho durante a oficina”.

A festa literária também uniu palavra e traço. Wander Antunes, criador do personagem Zózimo Barbosa, apresentou possibilidades de construção de narrativas em histórias ilustradas. O mais conhecido trabalho de Wander inspirou a série de televisão “Cidade Proibida”.

“Eu comecei aqui, vim para Cuiabá aos 14 anos. As influências mais importantes da minha vida estão aqui. Eu sempre gostei de desenhar, mas não sabia o que fazer com isso. Num determinado momento eu percebi que só poderia ser uma coisa na vida, era trabalhar com quadrinhos. Feiras literárias como a do Maxi são fundamentais quando existe um trabalho prévio. Eu, como roteirista, vou trabalhar um pouco sobre criação com eles”, afirmou Wander.

Uma das pessoas presentes na oficina de construção de narrativas em histórias ilustradas foi a aluna Ana Carolina, do 9ª ano C, ganhadora do concurso de charges desenvolvido na própria Festa Literária. “Eu sempre tive muito gosto por desenho. Pretendo estudar mais sobre isso e praticar mais”, afirmou.

Complementado a tarde de conhecimento, as oficinas e rodas de conversa contaram também com profissionais envolvidos no programa High School da Universidade de Missouri. Eles compartilharam, em língua inglesa, os fatos históricos e artísticos que ocorreram nos Estados Unidos nos anos 60.

 

Palestrantes ensinam literatura de maneira lúdica na Festa Literária do Maxi

26/05/2018

A literatura pode ser lida, declamada, cantada ou interpretada, o importante é que ela seja compartilhada. É o que mostraram os palestrantes desta quinta-feira (24) pela manhã, na 1ª Festa Literária do Colégio Maxi. Importantes nomes das letras e do teatro mato-grossenses, Luiz Renato de Souza Pinto e Emmanuel Marinho, fizeram de tudo um pouco, revelando detalhes sobre suas carreiras e apresentando obras próprias e de outros autores. Claro, sempre incentivando a participação dos alunos, que aproveitaram bem a oportunidade de ter esse contato com os artistas.

Na palestra performática "O homem na multidão", uma referência ao célebre conto de Edgar Allan Poe, Luiz Renato apresentou aos alunos do 2º ano não só os dele, mas textos de vários autores mato-grossenses, como Antônio Sodré e Eduardo Ferreira. “A ideia era falar de modernidade, do Modernismo, da transformação da poesia ao longo do século 20 e de como a poesia oral hoje está revigorada, com a explosão dos saraus, dos blogs, slams [poetry]”, contou.

Educador, ele uniu o conhecimento com o teatro numa performance que agradou bastante os estudantes. “Entra uma mistura do artista com o professor. Uma aula só disso pode ficar muito chata e só a apresentação cultural desprovida desse gancho com a teoria também pode ser do ponto de vista artístico bacana, mas funciona diferente. Como é um espaço de formação, acho que esse formato é muito agradável”, reconheceu.

Os alunos aprovaram o formato, como Bruno Beloli, do 2º B. “Creio que a leitura é fundamental na vida de qualquer um porque amplia o vocabulário, seu conhecimento e tudo mais. Então, pessoas que apresentam isso como o Luiz Renato são muito importantes”, avaliou o aluno que disse estar desenvolvendo o hábito de ler por prazer. Para Luigi Lorenzo de Souza Fortunato, do 2º B, a forma como o autor se apresentou “tira o peso que a maioria das palestras têm, consegue manter as pessoas descontraídas”. E continuou: “dá para ver que ele que tem amor pelo que faz e acho que isso ajuda a entender como são as coisas, motiva as pessoas”.

Também fez grande sucesso a aula-espetáculo do sul-mato-grossense Emmanuel Marinho, que não escondeu a felicidade pela oportunidade. “Me sinto em estado de encantamento, porque eu sou um educador também, é uma das áreas que eu tenho mais paixão, porque o resultado é muito imediato. Juntar arte e educação no mesmo momento é uma alegria muito grande por poder estar incentivando a leitura entre os jovens, que serão nossos futuros comandantes deste país”.

Em sua palestra, intitulada "Arte como Forma de Resistência" o autor, cantor e ator mostrou bastante material com crítica social. “É importante despertar o senso crítico, a cidadania. Só assim nós podemos nos tornar indivíduos mais completos”, frisou. “Eu misturo teatro, música, literatura e educação. São esses quatro elementos que formam o meu trabalho, meu estilo, minha forma de me comunicar com o mundo e com as pessoas”.

O resultado foi imediato e os alunos se sentiram bastante livres para participar. Foi o caso de Rayane Prado Nunes, do 1º C. “Gostei muito, é muito legal, muito divertido. Não fica parado, chama a plateia, interage, pede para a gente participar da música. Queria ter participado antes, só que não havia tido nenhuma ideia, não sabia nada de cor. Ontem, na hora da saída, como eu tinha pensado alguma coisa, escrevi e hoje resolvi participar”, revelou a estudante, ainda nervosa por ter declamado diante dos colegas.

Bem mais desenvolta, Bruna Rubinich Lannotti, do 1º E, se encantou pela forma como Emmanuel apresentou seus poemas. “Muito teatral, muito interessantes as coisas que ele fala, da nossa história do Brasil, da cidade dele [Dourados], tem muita crítica social. Dá para aprender bastante com os poemas dele”, elogiou. Ela inclusive aproveitou para mostrar um poema, de uma amiga que não quis se identificar. “Minha amiga pediu para eu declamar um poema dela e eu me senti muito bem, porque adoro falar em público. Foi muito legal”, festejou.

Emmanuel Marinho encanta com poesia na abertura da Festa Literária

24/05/2018

Alunos, pais e professores puderam apreciar na quarta-feira (23) o ofício do multiartista sul-mato-grossense Emmanuel Marinho, convidado para apresentar o espetáculo “Com a palavra, o poeta” durante a abertura a 1ª Festa Literária do Colégio Maxi. O poeta da noite refletiu com precisão o tema do evento: “Re(existindo) pela arte, a literatura como forma de significação da humanidade”.

“Além de escritor e ator, eu sou um arte-educador, essa é a área de atuação que eu mais sinto prazer de atuar. Nosso país precisa muito de leitores. O Brasil é um país onde o índice de leitura é muito baixo. Isso é muito importante para um cidadão crítico e criativo”, afirmou Emmanuel Marinho.

Emmanuel nasceu em Dourados no período em que Mato Grosso e Mato Grosso do Sul ainda compunham um mesmo estado. O multiartista possui formação acadêmica em psicologia e pós-graduado em artes cênicas pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Ele comentou sobre o espetáculo “Com a palavra, o poeta”.

“É um espetáculo interativo, com muita poesia e música. Eu convido as pessoas para participarem. Eu chamo o momento de celebração da partilha. Convido as pessoas para uma poesia, uma boa notícia, qualquer manifestação”, afirmou.

Emmanuel ocupa desde 2015 a cadeira número 33 da Academia Sul-Mato-Grossense de Letras e é autor dos livros como Ópera 3 (1980), Cantos de Terra (1982), Jardim das Violetras (1983), Margem de Papel (1994), Satilírico (1995), Caixa de Poemas (1997) e Caixa das Delícias (2016). Na música, Emmanuel gravou o disco "Teré", já em sua terceira edição, onde reuniu nomes singulares como Itamar Assumpção, Paulo Lepetit, Toninho Ferragguti e Alzira Espíndola.

O primeiro dia

A proposta da Festa Literária é a exploração da arte como campo do conhecimento que leva o ser humano ao questionamento profundo do mundo social, mas principalmente do existencial. O professor e coordenador do Ensino Médio do Maxi, Carlos Roberto Leão, explicou um pouco mais sobre como surgiu a ideia do evento.

“Desde de 2012, quando estive numa edição da Festa Literária Internacional de Paraty (FLIP), pensava na possibilidade de um evento como esse, uma festa literária aqui no Colégio Maxi”. Numa citação à Prelúdio de Raul Seixas - “Sonho que se sonha só, é só um sonho que se sonha só
Mas sonho que se sonha junto é realidade” - Leão lembrou que foi isto que ocorreu. “Sonhamos juntos e alcançamos o objetivo. Estamos aqui hoje”. Ele fez questão também de agradecer e reconhecer o trabalho da professora Luciane Beserra, que foi uma das responsáveis para que o evento pudesse ocorrer.

A abertura da Festa Literária contou ainda com a inauguração da Geladeiroteca, um espaço para fomentar a leitura e a pesquisa literária nos alunos. A aluna Ana Carolina, do 3º ano C, considerou a noite uma das mais importantes do Maxi. “Esse tipo de aula, em eventos como a festa literária, é mais importante do que ficar fechado numa sala. É claro que as coisas se complementam, a sala e atividades abertas, mas falar sobre literatura, sobre arte como uma coisa essencial para a formação humana, isso ao meu ver é matéria obrigatória”, afirmou.

Ainda durante a noite, foi entregue o prêmio de melhor Charge para a aluna Ana Carolina, do 9º ano C. O artista ilustrador e roteirista Wander Antunes, criador do personagem “Zózimo Barbosa”, que inspirou a série de televisão “Cidade Proibida”, participou como jurado.

Soyane do Prado, mãe da aluna Raiane do Prado, fez questão de acompanhar a filha durante toda a noite. “O trabalho do Emmanuel Marinho é lindo. Assim como é lindo a festa sobre literatura que o Maxi está fazendo. Na figura de mãe, faço questão de participar, aproveitando tudo que está sendo apresentado e também incentivando minha filha”, finalizou.

Imortais da academia Mato-grossense de Letras prestigiaram a abertura da Festa: Lucinda Persona, Marta Cocco, Cristina Campos, Ivens Cuiabano Scaff e o Presidente da Academia, Sebastião Carlos Gomes de Carvalho estiveram presentes. Além deles, o escritor Luis Renato Souza Pinto, o autor Santiago Santos e a doutora em letras, autora e poetisa Divanize Carbonieri abrilhantaram a noite.

 

Alunos do Ensino Médio do Colégio Maxi participam de workshop sobre coaching

18/05/2018

Cerca de 200 alunos do Ensino Médio e Pré-vestibular do Colégio Maxi participaram, na quinta-feira (10 de maio), de workshop sobre “Coaching e Propósito de Vida”, proferida pela coach Ana Cristina Galo, membro da International Coach Federation (ICF-MT). Além de palestra com o tema, eles puderam participar de oficinas sobre escolha da carreira profissional.

O workshop, realizado em parceria com o Colégio Maxi, abordou a importância que o propósito de vida traz para jovens estudantes, que precisam tomar decisões relacionadas à carreira. A ação fez parte da programação da Semana Internacional de Coaching (ICW) 2018.

“O coaching ajuda na definição das escolhas pessoais e profissionais através do aumento de consciência de si mesmo. Desta forma, as pessoas aprendem a se responsabilizar por suas escolhas. O sucesso não depende do outro. Assim, ajudamos a identificar a forma única com que cada um pode contribuir, independentemente do local em que estiverem”, explica a palestrante.

A coach Giovanna Caseli, que também é membro da ICF, avaliou positivamente o evento e destacou o interesse da direção e da coordenação do Colégio Maxi em proporcionar mais uma oportunidade de aprendizado aos alunos. Segundo ela, a parceria casou perfeitamente com a proposta da Semana Internacional de Coaching, promovida pela entidade em todos os locais em que se faz presente.

“Todas as ações que fazemos são voluntárias e nas mais diversas áreas. No caso de Mato Grosso, na área de educação a ação foi com os alunos do Colégio Maxi, que se mostrou bastante interessado porque vinha ao encontro com uma necessidade que eles veem na vida desses jovens”, comemora.

Colégio Maxi lança 1ª Festa Literária para instigar o fazer artístico dos alunos

15/05/2018

Contista, poetas, poetisas, cartunistas e cronistas invadirão o Colégio Maxi numa verdadeira reunião antropofágica nos dias 23, 24 e 25 de maio.  As datas são destinadas à 1ª Festa Literária, evento desenvolvido para proporcionar o contato com obras e despertar o fazer artístico nos alunos, além de explorar a arte como forma de resistência, seja da memória, como pessoal, social e política.

Quando Oswald de Andrade lançou o Manifesto da Poesia Pau-Brasil nos anos 20 do século passado certamente imaginou mudanças futuras no cenário cultural brasileiro. Ousado em suas noções estéticas, o mais importante autor brasileiro desejava autonomia e inovação. Era preciso se alimentar de influências do presente e gerar algo novo, com características próprias. É justamente a sensibilidade Oswaldiana que o Maxi deseja disseminar.

Ciente da importância da reflexão artística para a existência humana, o colégio aparece na vanguarda para oferecer aos alunos oficinas, palestras e rodas de conversas com profissionais que vivenciam a arte como forma de resistência, existência e persistência da memória. O tema do evento será “Re(existindo) pela arte, a literatura como forma de significação da humanidade”.

“A proposta da Festa Literária é a exploração da arte como campo do conhecimento que leva o ser humano ao questionamento profundo do mundo social, mas principalmente do existencial. Por meio da leitura podemos descobrir, problematizar e até mesmo resolver medos, preconceitos, anseios, duvidas, etc”, destaca a professora Luciane Beserra, responsável pelo projeto.

Para a escola, uma educação crítica e reflexiva só é possível com acesso à literatura. O exemplo é contado na história. O Brasil passou a desenvolver desde o Modernismo uma identidade própria no campo das artes, refletindo e provocando mudanças em seu cotidiano. Como processo contínuo, surgiram movimentos de grande envergadura: Concretismo, Tropicália e Cinema Novo. Todos os impulsos artísticos respondiam ao tempo vivido.

Luciane Beserra explica ainda que a Festa Literária tem justamente o dever de gerar provocações além formulas ensinadas em disciplinas ligadas à linguagem. “Como escola e educadores, devemos promover aos nossos alunos oportunidades de entrar em contato com o texto literário, seja nas aulas específicas de literatura ou em outros momentos oportunos”, afirma Beserra.

Além das reflexões por meio de uma leitura artística, a Festa Literária terá como proposta um concurso com os gêneros como poema e charge. Exaltando ainda mais as palavras, ocorrerá o lançamento e pintura da “Geladeiroteca”, espaço destinado à leitura, pesquisa e escrita.

Entre os convidados estão figuras importantes de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. O escritor e criador do site Flash Fiction, Santiago Santos, o professor, escritor e colaborador do site Parágrafo Cerrado, Luiz Renato, e os imortais da Academia Mato-grossense de Letras, Aclyse Mattos e Marta Helena Cocco são alguns dos nomes confirmados.

O jornalista e apresentador Elias Neto falará aos alunos sobre crônicas, o gênero jornalístico genuinamente brasileiro. Do estado vizinho, o Colégio Maxi receberá o poeta e cantor Emmanuel Marinho. Representando desenhistas de todo o Brasil, Wander Antunes, criador do quadrinho As Aventuras de Zózimo Barbosa, abrilhantará o evento.

A Festa Literária contará também com profissionais envolvidos no programa High School da Universidade de Missouri. Eles compartilharão, em língua inglesa, os fatos históricos e artísticos que ocorreram nos Estados Unidos nos anos 60, conforme explica a professora Luciane Beserra.

O professor e coordenador do Ensino Médio do Maxi, Carlos Roberto Leão, destaca o caráter inovador do evento. “A festa Literária é uma ação integradora entre autores, seus livros e leitores. Festejaremos esse encontro por meio de palestras, oficinas, concurso literário e debates. Além das ações de leitura desenvolvidas pelo Maxi, a Festa Literária reforça o papel da palavra artística na manutenção da memória cultural, na inegável capacidade de resistência e na promoção da existência humana”, explica.

Além de Luciane Beserra e do coordenador Leão, são responsáveis pela festa literária Igor Mundim de Arruda e Larissa J. Bueno de Queiroz (marketing), Lilian Rodrigues (coordenadora do Ensino Fundamental) e Jaqueline De Vecchi Seviero (orientação pedagógica).

Confira a programação:

Dia 23 de maio, das 14h às 19h:

– Execução da pintura da Geladeiroteca, com Luane Brandão.

– Abertura oficial da Festa Literária, com Emmanuel Marinho e o espetáculo “Com a palavra, o poeta!”.

– Premiação de melhor charge, com Wander Antunes.

– Inauguração da Geladeiroteca.

Dia 24 de maio:

Matutino – Palestras com Luiz Renato, Emmanuel Marinho e os professores Jordão, Roger e Ana Helena Efraim.

Vespertino – Rodas de conversas e palestras com Santiago Santos, Elias Neto, Maria Hunter e Wander Antunes.

Dia 25 de maio, das 07h30 às 11h30:

– Palestras com Marta Helena Cocco e Luiz Renato.

Aluna do programa Maxi High School é aprovada em Psicologia na University of Missouri

03/05/2018

O Colégio Maxi prepara o aluno de maneira completa para a vida, priorizando os valores e princípios éticos. Com uma equipe de professores em constante formação, um dos últimos frutos gerados foi Anna Capilé, aluna do programa Maxi High School aprovada para o curso de Psicologia na University of Missouri, nos Estados Unidos da América.

O Maxi High School é oferecido a partir do 9º ano do Ensino Fundamental ou da 1ª série do Ensino Médio, com 17 disciplinas oficiais do currículo americano – entre elas Oratória, Política, Economia, História, Literatura e Redação – ministradas por professores de língua inglesa nativa, divididas em três anos de estudo.

Nascida em Várzea Grande, Anna faz questão de relembrar sua trajetória. “Eu costumava pensar que estudar no exterior era completamente impossível, porque quando parei e olhei para mim mesma vi uma pessoa muito simples. No entanto, não aceitei apenas a aprovação na Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT). Eu esperei, fiz os testes que normalmente são exigidos pelas universidades internacionais e a minha dedicação nos últimos três anos valeu a pena”, afirmou.

Daniele Hounsell Breier, coordenadora do Maxi High School, não esconde a felicidade e explica a metodologia adotada. “O High School tem a obrigatoriedade de ter professores nativos da língua inglesa. Há alguns anos temos professores americanos presenciais, comprometidos e capacitados para que os alunos tenham a imersão na cultura e também nas disciplinas oficiais do currículo americano. Como coordenadora do programa, estou muito orgulhosa de ter uma aluna aprovada”.

O aluno do Maxi High School, ao completar com sucesso seus estudos no Ensino Médio brasileiro e no americano, recebe dois diplomas. O diploma oficial de High School é emitido pela conceituada universidade americana, endossa e certifica o rigor dos resultados alcançados pelo aluno ao longo do currículo, ampliando sua mobilidade em possibilidades acadêmicas e profissionais avançadas. Entre elas estão congressos, seminários, rodadas de negociação, cursos de especialização, mestrado, doutorado, bem como oportunidades profissionais em empresas multinacionais localizadas no Brasil ou no exterior, como explica a coordenadora Daniele.

“A Anna foi uma das nossas três alunas que receberam o convite para integrar a National Honor Society. É uma conceituada organização norte-americana que premia os alunos que mais se destacam no Ensino Médio. Os alunos que têm notas boas e alunos que de alguma maneira estão engajados em projetos sociais. É isso que as universidades procuram. Pessoas que farão a diferença”, finalizou Daniele Hounsell.

A mais nova estudante de Psicologia da University of Missouri mandou um recado para quem também sonha em cursar o ensino superior fora do Brasil. “Meu conselho é seguir seus sonhos, mesmo diante de dúvidas. Acredite, todo o conhecimento que Maxi High School e seus professores têm a oferecer é precioso, então continue trabalhando duro”.

Alunos Maxi e ECSA recebem medalhas na Olimpíada Brasileira de Física

03/05/2018

Mais uma vez os alunos do Colégio Maxi e Escola Chave do Saber (ECSA) são destaque na Olimpíadas Brasileira de Física (OBF). Eles foram até o auditório do Instituto Federal de Mato Grosso (IFMT) para receber a premiação que já se tornou rotina para alguns, como é o caso de Luis Eduardo Masasuke Mashima, que recebeu duas medalhas neste ano, prata na etapa estadual e bronze na etapa nacional.

Só que este também não é o primeiro ano dele. Luis Eduardo, aluno do 9º ano da ECSA, já havia conquistado também no ano passado. Ele conta que a única alteração na rotina foram cerca de duas horas a mais de estudo no período da tarde com o acompanhamento do professor Marcos Wimbeg Ferreira na própria escola, em alguns dias da semana.

A familiaridade com as exatas já faz parte da rotina dele que estuda para fazer Engenharia no Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), que tem um dos vestibulares mais concorridos do país. Porém, ele admite que não esperava a medalha na etapa nacional. “Eu ‘tô’ muito feliz”, resumiu.

Este resultado reforça o que o coordenador do Ensino Médio do Colégio Maxi, Carlos Roberto Leão, defende. “Mostramos a eles que por meio do conhecimento podem vencer desafios, principalmente com muito trabalho. O esforço é recompensado. Não existe um talento nato, existe desenvolvimento de conhecimento e todos são capazes de ser medalhistas, em Química, Física, Matemática”, explica.

Pedro Werle, aluno do 2º ano do Ensino Médio do Maxi, se surpreendeu com o resultado. Ele conta que, além das aulas com o professor Marcos, também assistiu alguns vídeos no YouTube que falavam das provas, mas não esperava a conquista da medalha de ouro. A afinidade com a Física não é à toa, este é o curso que ele pretende seguir quando concluir o Ensino Médio.

Luisa Kuymjian Belentani, aluna do 1º ano do Ensino Médio, disse que praticou bastante exercícios com o professor Marcos fora do horário de aula e ele foi o principal incentivador para participar da Olimpíada de Matemática, disciplina com a qual tem bastante facilidade. Depois surgiu a oportunidade de competir na de Física e o sucesso veio com a medalha de prata.

A coordenadora do Ensino Fundamental II na ECSA, Ana Carla Fanini, conta que o primeiro convite normalmente parte dos professores, porém, como a escola tem se tornado referência nestas competições, hoje já há uma demanda espontânea não só dos alunos como dos pais que incentivam os filhos a participarem e sempre estão junto nesse processo.

O professor Marcos conta que as primeiras fases das olímpiadas são abertas para todos os alunos e depois são formados grupos de estudos que se reúnem duas vezes na semana nas duas escolas para olhar os materiais que estão disponíveis no site da competição e outros complementares. O resultado disso são alunos muito mais preparados para encarar os desafios do Enem e outros vestibulares. “Academicamente é fantástico o desempenho dos alunos que terminam o Ensino Médio e vão fazer o Enem e os resultados são os melhores. Os alunos conseguem ter notas de 900 em exatas”.

Quanto às exatas muitas vezes serem vistas como vilãs na escola, Marcos trata de desmitificar. Para isso, ele trabalha de uma forma que as matérias sejam vistas de uma maneira mais interativa, com atividades práticas, como algo que faça sentido para os alunos. O resultado tem dado certo.

Aniversário de Cuiabá é celebrado com “chá-co-bolo” e muita criatividade

Comemorar o aniversário de Cuiabá com um “chá-co-bolo” com certeza é uma das melhores formas de celebrar os 299 anos. Os alunos do 9º ano do Colégio Maxi capricharam na mesa e trouxeram a tradicional chipa, bolo de arroz, guaraná ralado, bolos e outros itens que incrementaram o café da manhã na escola.

Para começar a manhã, uma declaração de amor à capital mato-grossense expressada pela leitura do poema “Cuiabá, Meu Amor” de Airton Reis. Alegria foi um dos ingredientes que não faltou durante o evento, no qual foram exibidos vídeos criados pelos próprios alunos com temas referente à cultura, música, danças, culinárias e lendas cuiabanas.

A coordenadora do Ensino Fundamental II, Lilian Kelly de Lima Rodrigues, explicou que os professores tiveram a ideia de unir o conteúdo que já faz parte das disciplinas de História e Geografia para desenvolver um projeto que pudesse falar sobre Cuiabá. Artes também foi inserida no projeto e o resultado foi muita criatividade e conhecimento.

“Unimos o útil ao agradável e os professores logo pensaram em trabalhar o aniversário de Cuiabá para mostrar a cultura, o que é o dia a dia, quem ajudou na história, para que os alunos soubessem um pouco mais da cidade”, explicou.

Alguns temas foram inclusive novidade para os alunos. Amalia Benedetti se aliou às colegas e criaram o Cuiabrasa News, um telejornal, que trouxe a lenda do minhocão como ponto central. Ela conta que não sabia muito sobre esta história e foi divertido produzir o vídeo sobre o assunto. O jornal contou com entrevista até mesmo da suposta viúva da vítima do Minhocão do Pari. De maneira irreverente e diferente, o grupo contou a história e foi aplaudido pelos colegas.

Pescuma, músico e compositor do tradicional rasqueado, foi um dos entrevistados pelos alunos que exibiram vídeo com ele para falar mais sobre a cultura cuiabana. Os jovens também fizeram vídeos em locais tradicionais de Cuiabá, sugeridos pelos professores, homenagearam Marechal Rondon, e ao falar de música, além dos já conhecidos Siriri e Cururu, entraram também o lambadão e até o rock cuiabano foi lembrado com a Straus.

Melissa Fernandes Vilela contou que ao fazer o trabalho sobre as músicas e danças de Cuiabá aprendeu a valorizar a cultura regional. “Eu não conhecia nada, ficava muito focada no pop/rock, mas aprendi que nossa cultura é muito importante, conheci novos ritmos e mudou meu conceito”, contou.

A professora de Artes, Vania Pires Munhoz Ferraz, explicou que vinha trabalhando o tema ancestralidade com alunos quando surgiu a ideia de desenvolver o os vídeos relacionados ao aniversário de Cuiabá. “Eles se organizaram, marcaram as entrevistas e realizaram os vídeos. Foi muito gratificante, valeu a pena!”, comentou. A professora entrou no clima e estava vestida a caráter junto com o professor Rodrigo de Castro de Geografia, que participou do evento.

Rodrigo conta que desde o começo das aulas foi proposto o tema do aniversário de Cuiabá e os alunos se identificaram principalmente com a habilidade de criar vídeos, com roteiro. “Eles pediram dicas dos locais, mas as pesquisas histórica, geográfica e cultural foram feitas por eles. Eles tiveram autonomia para desenvolver as atividades. A ideia do chá-co-bolo foram deles com a intenção de confraternizar depois das apresentações dos vídeos”, relatou.

Outra professora envolvida no projeto foi Rosemary Marques Fontes Oliveira, de História. Ela conta que buscou atuar na orientação aos alunos para as pesquisas referentes às ruas, arquitetura, origem da cidade, pessoas que fizeram parte do surgimento da cidade. É bom destacar que os alunos foram os protagonistas desta atividade.

Ao final, a música A Lua, de composição folclore popular, Henrique Neno e Zuleica Arruda, mas ficou muito conhecida ao som da banda de rock Straus foi cantada à capela pelos alunos Diogo, Melissa e Valentina, que fizeram bonito.

 

 

Programa Rumo Certo oferece palestra sobre suplementação alimentar

27/03/2018

Em mais uma etapa do programa Rumo Certo, na terça-feira (20), os alunos do Colégio Maxi tiveram a oportunidade de aprofundar conhecimentos sobre suplementação alimentar. A palestra foi proferida pelo nutricionista Danilo Macena, que alertou os jovens sobre os riscos desse tipo de complemento, bem como de anabolizantes.

Segundo o coordenador do Saúde para Vida do Colégio Maxi, Luiz Eduardo Saragiotto, foi um grande bate-papo com os jovens com o objetivo de sanar as dúvidas deles em relação ao consumo de suplementos. Hoje se sabe que é grande a procura dos adolescentes por esses artifícios motivado pela busca do corpo ideal.

"Nosso objetivo foi exatamente trazer informação de forma correta para que ele tenha aí o rumo certo", frisou o professor. A ideia é mostrar aos jovens que existe o caminho feito de forma saudável e o caminho que pode provocar problemas ou sequelas para o resto da vida. "Danilo falou com eles sobre em qual momento da vida se pode utilizar e em quais situações é preciso usar suplementos, deixando claro quais são os riscos desse processo. Sempre a alimentação natural será a melhor forma de conseguir saúde, mas em algumas circunstâncias, se for necessário, como ele pode usar o suplemento alimentar da forma correta, sem agredir o corpo? Isto foi orientado durante a palestra", exemplificou.

Saragiotto contou que os alunos foram bastante participativos, o que fez com que a palestra se estendesse um pouco além do normal. Eles inclusive abordaram Danilo para conversar um pouco mais sobre o tema depois do encerramento. É sinal de que há muita sede deles por conhecimento nesse assunto, analisou o professor.

"Há um interesse muito grande deles. Daí a nossa preocupação em nos anteciparmos. Vamos trazer a informação correta para que eles não sigam a orientação de um colega que frequenta academia ou de um youtuber que não tem preocupação nenhuma com a saúde, apenas com a aparência e com os likes", finalizou.

Mostra apresenta trabalhos dos alunos sobre uso inteligente da água

Durante o mês de março os alunos do Colégio Maxi trabalharam o tema “uso consciente da água” de várias maneiras, com o objetivo de debater e refletir sobre a relação do ser humano com esse recurso natural, que é essencial e ao mesmo tempo finito. O resultado foi apresentado nesta quinta-feira (22 de março), Dia Mundial da Água, por meio de vídeos e painéis.

A professora Luciane Beserra, coordenadora do projeto “Água”, explicou que a ação envolveu estudantes, professores e funcionários. Os alunos, de acordo com os níveis, trabalharam o tema de diferentes formas. Os do Fundamental, por exemplo, visitaram locais como fábricas e estações de tratamento de água, fizeram histórias em quadrinhos e poemas, que foram expostos em murais no Espaço Multiuso.

A exposição fez grande sucesso, atraindo muitos olhares e deixando orgulhosos os participantes. A Ana Luiza Santos Xavier, do 6º C, disse ter adorado trabalhar o tema em sala de aula. “Achei muito legal porque você cria um trabalho do que você vê e faz no seu dia a dia. E aquilo vira um poema”, opinou. “Eu acho que nesse momento tem muita gente desperdiçando água e temos que aprender a usar a água de uma maneira melhor. E pudemos fazer uma poesia sobre o que aprendemos”, comemorou Ana Júlia Lira da Silva, também do 6º C.

O Ensino Médio fez vídeos de um minuto com liberdade para escolher a forma como queriam abordar o tema. O resultado foram trabalhos dos mais variados formatos, alguns até conceituais. No caso de João Pedro Guedes Castor, do 2º E, a opção foi pela animação, por conta da experiência que tinha com desenho. Só que transformar em vídeo não foi tão fácil assim, confessou o aluno, que contou com a ajuda dos colegas Lorenzo, George e Eduardo. “A animação foi o que deu mais trabalho, de 15 a 17 horas de desenho. A parte de procurar áudio também foi bem difícil. A edição foi até simples de fazer”, contou.

Cálita Soares dos Santos Brito, do Extensivo A, disse ter gostado da quantidade de informações recebidas por meio da palestra “Reflexões sobre a água”, ministrada por Rafael Vieira Nunes, doutor em Ecologia e Conservação da Biodiversidade pela Universidade Federal de Mato Grosso, que fez parte da programação. “Adquiri muitos novos conhecimentos. Aprendemos que não somos só nós cidadãos que gastamos água e que quem mais gasta água são o agronegócio e a indústria. E eles não pagam o que deveriam por gastar tanto”, lamentou. Ela lembrou também que hoje no mundo quatro bilhões de pessoas não têm acesso a saneamento básico. “Não há políticas voltadas a resolver isso, todo cidadão tem direito a saneamento básico”, alertou.

“A avaliação do projeto foi bastante positiva, os alunos participaram, interagiram, foi muito interessante”, comemorou Luciane. “A gente tem que tratar disso no dia a dia, na educação. É um tema bem pertinente, que trabalha com a questão da cidadania. Cuidar da água, que é um bem nosso, é um bem inalienável, não tem preço, é nossa responsabilidade social. Nós, como educadores, como pais, temos que levar essa reflexão para os jovens”, asseverou.

Fonte: Pau e Prosa Comunicação

Alunos Maxi participam do curso Crescendo e Empreendendo e discutem sobre o futuro

O Colégio Máxi realizou em março o curso "Crescendo e Empreendendo” em parceria com o Sebrae. Mais de 90 Alunos da 1ª e 2ª série do Ensino Médio se conscientizaram sobre possíveis atitudes para o alcance de resultados programados durante a vida. Além de decisões profissionais, a iniciativa tratou sobre relações familiares.

Coordenando a escola, o professor Leão enxerga no programa o mecanismo capaz de despertar vontades vocacionais e também sociais. “O curso é muito mais para projeto de vida e metas. Queremos que os nossos alunos busquem soluções empreendedoras para agir com autonomia e colaboração, adotando atitudes coerentes na condução de suas vidas”, afirmou.

O trabalho é centrado em noções de organização, autodesenvolvimento, criatividade e comunicação. A iniciativa despertou o empreendedorismo na juventude como uma das estratégias para a inclusão social e acesso ao mercado de trabalho.

Dessa forma, por meio da experiência, os jovens aprenderam a sistematizar diferentes conhecimentos. Temas como atuação frente à vida e ao mercado de trabalho, as mudanças no mundo atual, bem como no mundo dos negócios foram discutidos.

Yasmim Gomes, 14 anos, aluna da 1ª série do Ensino Médio, foi ao curso com a expectativa de receber orientações sobre o futuro. O resultado parece ter agradado. “Foi muito bom. Recebi algumas orientações sobre como descobrir o que quero para os próximos anos, sobre como ter calma e refletir em minhas decisões, agora na escola e depois, nas decisões sobre meu futuro profissional. Atividades assim, além do que a gente vê em sala de aula, são excelentes”, afirmou.

O curso Crescendo e Empreendendo faz parte do calendário pedagógico, junto de ações como a Roda de Leitura, Semana da Profissões, Festival Cultural, Rumo Certo e Maxi Plus. As atividades foram realizadas nos dias 13, 14, 15, 20, 21 e 22 de março.

Simulado Comentado aumenta ritmo de aprendizagem e impede repetições de erros

Professores do Colégio Maxi realizaram no sábado (17) o “Simulado Comentado”. O evento busca preparar os estudantes da 3ª série do Ensino Médio e do Extensivo para o exame nacional, o Enem.

Após duas horas de prova, tempo idêntico foi destinado para que docentes comentassem as questões. Segundo o professor Saragiotto, o exercício funciona numa lógica de fixação. A rapidez na correção busca garantir que o erro não seja repetido.

“Eles fazem o simulado, descem para a área de convivência e a gente responde junto com eles. Os alunos vão verificar se acertaram ou não e esclarecer dúvidas. A resolução logo depois da prova é o momento em que eles conseguem construir mais conhecimento. Eles ainda estão ligados com o que fizeram”, explicou.

O professor Leão, responsável pela coordenação do Colégio Maxi, também esteve presente e explicou que a ideia central do Simulado Comentado é que as questões não sejam para quantificar os acertos e erros.

“Aqui nós olhamos para o erro como um possibilitador da aprendizagem. Na medida que ele [aluno] responde e o professor logo depois vem comentando essas questões, dificilmente será cometido o mesmo erro numa prova futura. É claro que também oferecemos uma interação, para que exista uma descontração depois da prova”, salientou Leão.

Para compor a descontração, foram distribuídos picolés e pipocas aos participantes. Um dos alunos que participou da dinâmica foi Gabriel Francisco, 16 anos, aluno da 3ª série do Ensino Médio.

“Esse simulado serve para testar o meu conhecimento. Serve também para ir acostumando com a prova do ENEM. É exatamente um simulado da prova que faremos. A resolução feita pelos professores ajuda. Só assim vamos saber o motivo do erro”, comentou Gabriel Francisco.

Alunos visitam fábrica de refrigerantes para conscientizar sobre uso da água

O Colégio Maxi ofereceu uma nova experiência ao 7º ano do Ensino Fundamental II. Mais de 30 alunos visitaram na quinta-feira (8) a fábrica de refrigerantes da Marajá, durante aula de campo na cidade de Várzea Grande, sob supervisão do professor José Roberto Parecido.

A atividade faz parte do projeto para o Dia Mundial da Água, comemorado em 22 de março. O objetivo é conscientizar os jovens sobre aspectos ambientais e sociais, gerando uma mostra: vídeo de 1 minuto relatando a experiência será produzido pela turma.

O professor José Roberto considerou a iniciativa o jeito ideal de trazer ao cotidiano dos alunos as questões discutidas em sala. “A visita é para explicar aos alunos como essas grandes fábricas utilizam e tratam a água. Quantos litros de água são necessários para fazer um litro de refrigerante? Qual a taxa de desperdício?”, questionou.

Rosane, representante da Marajá, guiou todos os participantes pela fábrica. A linha de produção e a utilização da água foram exploradas. A central de reaproveitamento, considerada exemplo de tratamento em todo o Brasil, aguçou a curiosidade dos alunos.

João Vitor foi um dos mais interessados na atividade. A grandeza dos equipamentos com capacidade de produção média de 60 mil litros por hora é imponente. “Eu não imaginava todo esse trabalho, a quantidade de pessoas e o processo de limpeza da água é importante para perceber como a água é valiosa”, afirmou o aluno.

Segundo o professor de biologia, sair da sala de aula e apresentar um novo espaço possibilita a construção de conhecimento centrada em perspectivas diferentes. “Geralmente queremos conscientizar pessoas dando como exemplo nossa própria casa. Estamos expandindo isso. Assim os alunos podem se conscientizar para toda a vida. Estamos em 30 alunos para esta visita”, afirmou.

As atividades para o dia 22 de março se estenderão para outras turmas. Os integrantes do 6º ano farão um City Tour pela cidade de Cuiabá, visitando pontos em que a água foi centro de importância para o crescimento e desenvolvimento.

O 8º ano tratará sobre o tema “água” produzindo poemas. Cada participante ilustrará a sua produção com uma self que retrate a abordagem que foi desenvolvida. Os jovens do 9º ano discutirão em sala e visitarão uma estação de tratamento de água. Como produto final será feito vídeo de 1 minuto e Ted Talk.

Ainda sobre o projeto, as 1ª e 2ª séries do Ensino Médio produzirão um vídeo minuto capaz de explorar o tema. No Ensino Médio, os professores de Geografia Ricardo Matias Martins e Jocinei Fernandes Alencastro colaboram com a proposta, promovendo reflexões em torno do uso inteligente da água.

CineMaxi projeta discussão com alunos sobre vocação e vida profissional

O Colégio Maxi projetou na quinta-feira (1º) o filme O Feitiço do Tempo – uma produção americana dirigida por Harold Ramis em 1993 e estrelada pelo ator Bill Murray. Além de uma simples exibição cinematográfica, a ação pedagógica, comandada pelo professor Douglas Remonatto, serviu como ponto de discussão sobre vocação e vida profissional.

O CineMaxi busca interagir justamente com alunos do Ensino Médio em processo de preparação para vestibulares. Segundo Remonatto, é fundamental o oferecimento de atividades complementares de orientação. Com o correto acompanhamento, desgastes psicológicos são evitados.

“Eu trabalho com uma coisa chamada filosofia clínica. Eu vou falar sobre vocação e preciso estudar um caso. Aqui nós estamos trazendo um filme, através dele eu vou conseguir mostrar exatamente como eu poderia ajudar aquela pessoa a encontrar a sua vocação. Eu uso esse exemplo para que os alunos tenham uma noção sobre eles e as futuras escolhas”, afirmou o professor.

No filme, um repórter de televisão faz previsões de meteorologia e vai a uma pequena cidade produzir matérias especiais sobre o celebrado “Dia da Marmota” Pretendendo ir embora o mais rápido possível, ele fica preso no tempo, condenado a vivenciar sempre os eventos daquele dia.

A sinopse pode parecer modesta, mas as discussões orientadas acabam atingindo o objetivo. Júlio, aluno do Extensivo Maxi, vê como central a junção entre filosofia e arte. “No momento que você discute uma coisa representada por obras artísticas, você consegue ter um entendimento melhor. Toda forma de debater e tentar achar um guia de escolhas é válida”, comentou.

Assim como todos os projetos propostos pelo colégio, o CineMaxi foi supervisionado pela coordenação pedagógica. Sob a tutela do professor Leão que comentou sobre o evento. 

“Cinema é a Sétima Arte. O mais importante é usar o filme para estabelecer um diálogo sobre escolha profissional, vocação. O filme é o pontapé inicial para essa reflexão. É intencional. Um filme escolhido para poder promover essa conversa com alunos que estão passando por esse momento de escolha de suas futuras carreiras profissionais”, enfatizou Leão.

Complementando as projeções de filmes, o Colégio Maxi segue com a programação de ações como os projetos Rumo Certo, Roda de Leitura, Crescendo e Empreendendo, Semana da Profissões e o Festival Cultural.

 

Alunos participam de atividades sobre o uso da água e desenvolvem vídeos, poemas e TED Talk

O Colégio Maxi resolveu trazer ao cotidiano dos alunos as questões discutidas em sala de aula. Neste mês, debates iniciados em 1º de março desaguarão no Dia Mundial da Água, comemorado no dia 22.

O objetivo é conscientizar os jovens sobre aspectos ambientais e sociais, gerando uma mostra com variados frutos. As atividades se estenderão aos alunos do Ensino Fundamental - 6 º ao 9º ano - e Ensino Médio – 1ª e 2ª série.

Sob a coordenação da professora Luciane Beserra e supervisão do professor Leão, diferentes produtos serão gerados e exibidos durante os intervalos do dia 22. “O projeto é importante não somente para os estudantes, mas para todos os envolvidos no Colégio Maxi. A água vem sendo o centro de muitas discussões. Esse ano nós temos o Fórum Mundial da Água, sediado em Brasília. É uma preocupação mundial”, salientou a coordenadora.

Os integrantes do 6º ano farão um City tour pela cidade de Cuiabá, visitando pontos em que a água foi centro de importância para o crescimento e desenvolvimento. Na mostra, os alunos apresentarão um painel de poemas e fotos.

Os alunos do 7° ano visitarão uma indústria situada em Cuiabá com o objetivo de verificar como a água é utilizada. Na mostra, os alunos apresentarão um vídeo de 1 minuto relatando a experiência.

O 8º ano tratará sobre o tema “água” produzindo poemas. Cada participante ilustrará a sua produção com uma self que retrate a abordagem que foi desenvolvida. Os jovens do 9º ano discutirão em sala e visitarão uma estação de tratamento de água. Como produto final será feito vídeo de 1 minuto e Ted Talk.

Luciane Beserra acredita que trabalhos de conscientização trazem benefícios sociais incalculáveis. “O objetivo é tirar a aprendizagem de sala de aula e mostrar que muitas vezes o que eles aprendem deve ser utilizado no cotidiano. Pensando num bem maior e coletivo”, finalizou.

Ainda sobre o projeto, as 1ª e 2ª séries do Ensino Médio produzirão um vídeo minuto capaz de explorar o tema. No Ensino Médio, os professores de Geografia Ricardo Ricardo Matias Martins e Jocinei Fernandes Alencastro colaboram promovendo reflexões em torno do uso inteligente da água.

As inscrições serão feiras do dia 5 ao dia 9 com a professora Luciane, durante os intervalos, na sala da coordenação. O trabalho será realizado em grupos compostos de 4 a 6 alunos.

 

Roda de Leitura do Colégio Maxi propicia troca de experiência entre pais

27/02/2018

O Colégio Maxi realizou no sábado (24) mais um encontro do projeto Rodas de Leitura, coordenado pelo professor Carlos Roberto Leão. Na ocasião, 23 pais de alunos da 1ª e 2ª séries do Ensino Médio participaram da atividade, que é desenvolvida a partir da leitura da obra “O Cérebro Adolescente” (Editora Intrínseca), de Frances E. Jensen e Amy Ellis Nutt. Segundo ele, as reuniões têm se mostrado momentos interessantes de troca de experiências.

Como se trata da retomada das Rodas de Leitura, com a volta às aulas, houve a participação de vários pais que estavam iniciando o processo. “Como o livro oportuniza iniciar a leitura mesmo agora nos capítulos finais foi bastante interessante pelo compartilhamento das experiências. O grande mediador é o livro e a leitura abre espaço para os comentários dos pais, que falam sobre suas experiências”, explica Leão.

O professor conta que os pais participaram ativamente no sentido de contribuir com suas experiências pessoais, dialogando com o livro e dialogando também com os demais ali presentes. “Essa troca é o processo mais enriquecedor dessa roda de leitura. Os que estão chegando elogiaram bastante a iniciativa da escola, porque abre justamente essa oportunidade para o diálogo”, comemora.

As Rodas de Leitura são encontros realizados todos os sábados, das 8h às 9h30. A ideia é aproveitar que os alunos vão ao colégio para fazer avaliação e reunir os pais para um processo de discussão a partir de uma obra pré-selecionada. Eles são recepcionados com café da manhã e, em seguida, é aberto o espaço para a conversa, que é feita sempre de maneira descontraída.

Maxi realiza primeira reunião de pais para potencializar formação dos alunos

23/02/2018

O Colégio Maxi realizou na noite do dia 21 de fevereiro a primeira reunião de pais com os alunos da 1ª e 2ª série do Ensino Médio. O momento serviu para dar as boas-vindas e esclarecer pontos sobre organização, base de ensino e propostas de trabalhos complementares.

O encontro comandado pelo professor Leão apresentou aos pais os quadros de coordenação pedagógica e diretoria de orientação disciplinar. “O trabalho é árduo, mas importante para que eles cheguem bem ao final”, comentou Leão ao lado dos professores Athos Aramis e Jaqueline de Vecchi Seviero.

O final explanado logo no início da reunião não se resume ao Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), momento de definição pessoal na vida de muitos jovens. A seleção para o ensino superior é fundamental, mas precisa de complementos. Conforme divulgado, diversas ações pedagógicas são trabalhadas em conjunto: professores, pais e alunos juntos por uma formação completa.

O programa Rumo Certo foi a primeira ação pedagógica exposta. Logo os pais se interessaram em saber sobre as atividades educativas em torno de uma alimentação saudável, discussões sobre sexualidade e prevenção ao uso de álcool e outras drogas

Marcio Antonini, pai de um aluno da 2ª série do Ensino Médio, não teve dúvida na hora de relatar a importância de ações sobre temas delicados e constantes nas vidas dos adolescentes. “É um trabalho em conjunto. A escola tem que preparar o aluno para ser um profissional, mas ela tem que formar um cidadão também. Uma pessoa que vai ser o nosso futuro. É muito importante o casamento da família com a escola. Quando você vê projetos que estão contemplando o que a gente procura, é muito bom”, salientou.

Além do Rumo Certo, as ações pedagógicas Roda de Leitura, Crescendo e Empreendendo, Semana da Profissões, Festival Cultural e Maxi Plus foram detalhadas aos presentes. Rejane Oliveira, mãe de um filho da 1ª série do Ensino Médio, gostou de saber os detalhes sobre o ambiente escolar.

“Eu vim nessa reunião e fiquei muito feliz de ouvir e ver tudo o que a escola está oferecendo para o meu filho. A escola que eu quero para o meu filho é aqui. Gostei bastante da proposta e acredito realmente que isso vai funcionar. Eu sou pedagoga e tenho uma preocupação muito grande, hoje os tempos são outros. Hoje está muito difícil trabalhar com educação. Se você trazer seu filho para escola somente para ouvir, não dá em nada. Essa amplidão, abrindo horizontes, é fantástico”, comentou Rejane Oliveira.

Complementando o quadro pedagógico e trazendo a horizontalização de práticas pedida pelos pais, a coordenação apresentou ainda o Fab Lab Pro, programa para construir conhecimento a partir da experimentação e pesquisa. Projetos avançados são discutidos em laboratório, gerando produtos como drones artesanais e equipamento de aeromodelismo.

Além das ações pedagógicas, a reunião de pais tratou das orientações gerais para que todo o processo de aprendizagem seja potencializado. Assiduidade, rotina de estudos, comunicados de faltas e o uso do uniforme foram debatidos em conjunto.

João Borralho Filho, pai de uma aluna do 1º ano, vê na disciplina um dos segredos para a correta formação. “Não podemos ser trogloditas e cobrar das crianças somente por cobrar. Também precisamos ter disciplina. Um aluno que só chega atrasado no colégio. A culpa é do colégio? Claro que não. O colégio nos ajuda. Sem formação familiar, não se forma cidadão. Eu gostei e vou manter esse contato com os professores”, afirmou.

Finalizando o encontro, o professor Leão salientou a importância da manutenção do conjunto pai, aluno e professor. Contando com mais de 600 alunos no Ensino Médio, o colégio Maxi oferece uma equipe de 38 professores para que nada saia do planejado.

“A proximidade da família com a escola é a possibilidade de fazermos a integração completa no processo de educação. Não existe escola sem a participação atenta e efetiva dos pais. Nós procuramos promover esse relacionamento. Aproximar família e escola. A manutenção disso se faz com o comparecimento dos pais em nossas atividades e ações pedagógicas”, concluiu o professor Leão.

Colégio Maxi oferece cursos extras para aperfeiçoar aprendizagem

14/02/2018

O Colégio Maxi oferece vários cursos extras para ampliar o aprendizado dos alunos do Ensino Fundamental e Médio, além de atividades que estimulam a prática esportiva e que estão relacionadas à tecnologia. Há inclusive opções para quem pensa em fazer uma faculdade fora do país.

Para quem está focado nas provas do Enem, em conseguir um bom resultado e garantir uma vaga nas melhores e mais disputadas universidades, a opção pode ser o Maxi Vest, no qual os alunos vão ganhar uma “força extra” na preparação para os vestibulares com um acompanhamento individualizado dos professores, além de maior número de exercícios por matéria, o material é exclusivo e desenvolvido pelos professores de cada disciplina.

Para o Ensino Fundamental II e o Médio há também o Maxi Plus em que permite adequar a rotina e hábito de estudos, tarefas de casa e ainda ajuda na preparação para avaliações e simulados. Para os alunos do 6º ao 9º ano, o curso é de oito horas semanais, já para 1ª e 2ª série do Ensino Médio a orientação e apoio é com foco em Matemática, Física e Química e são seis horas semanais.

Este ano, o Fab Lab está inserido na grade curricular regular do Maxi no Ensino Fundamental II, mas quem estiver disposto a se dedicar mais às criações tecnológicas ainda há opção do Fab Lab Pro, que permitirá ao aluno trabalhar com projetos avançados, drone artesanal, aeromodelismo, sumô de robôs, carrinho de ratoeira, ponte de macarrão, casa sustentável, entre outros. O curso é de duas horas semanais, uma hora por dia, duas vezes por semana.

O esporte ajuda na concentração e disciplina. Os interessados encontram no Maxi Esportes as modalidades de futsal, handebol, basquete e vôlei. A escolinha ainda proporciona a possibilidade de participação em campeonatos e jogos interclasses regionais e nacionais. São duas horas semanais dedicadas à prática esportiva.

No High School o aluno sai com os diplomas do Ensino Médio brasileiro e norte-americano. As aulas ocorrem com professores nativos e com as matérias que fazem parte do currículo dos Estados Unidos. As aulas são em inglês, com objetivo de estimular a oratória, e as disciplinas são literatura americana, economia, marketing, governo, redação para o pensamento crítico, planejamento de carreira, entre outras.

 

Carnaval ‘de escola’ resgata marchinhas

14/02/2018

Ao som de marchinhas, alunos do 6º ao 9º ano do Colégio Maxi se reuniram na quadra da escola para um momento carnavalesco. Com poucos dias de aula, a festa também teve o objetivo de integrar antigos e novos alunos do Ensino Fundamental II.

O contexto dos antigos carnavais foi apresentado em sala nos primeiros dias de aula, conta a professora de história Vânia Pires Munhoz Ferraz. “Falamos do resgate das marchinhas nos carnavais e das raízes desta festa popular no Brasil”, afirmou a professora.

Com a fantasia da moda, as três amigas vestidas com adereços de unicórnio era só alegria na quadra da escola. “Estou gostando muito”, afirmou Maria Eduarda Cabral, do 6ºA.

A criatividade e o humor foram os ingredientes da fantasia de outras três amigas Carolina, Bianca e Manoela. “Embrulhadas” em um grande papel branco, as três carregavam a escrita ‘Papel de trouxa’. “Ah a gente quis brincar com isso, tem hora que a gente é trouxa mesmo”, contam.

 

Colégio Maxi inaugura Espaço Multiuso com show do Bateras Beat

O Colégio Maxi inaugurou na manhã desta segunda-feira (5 de fevereiro) o Espaço Multiuso com direito a apresentação especial da banda da Escola de Música Bateras Beat Cuiabá. O grupo animou os alunos com muito pop e rock, ocupando o misto de minipalco e arquibancada construído no local. Inovador e climatizado, ele servirá tanto para atividades recreativas e extracurriculares como eventos artístico-culturais.

A banda, formada pelos professores do Bateras Beat Marina Oliveira (vocal), Matheus Lopes (bateria) e Brian Roger (baixo), recepcionou os estudantes durante os intervalos, dando uma ideia das novas possibilidades que o Espaço Multiuso oferece. Além do local para apresentações, há um telão onde podem ser projetados clipes, filmes e apresentações durante atividades como palestras e aulas especiais.

Outra novidade que chamou a atenção dos alunos foram os janelões com molduras coloridas e blocos vazados, que servem também para sentar. Eles, claro, logo perceberam essa função e ocuparam todos os espaços disponíveis e elogiaram a iniciativa. “Com os janelões ficou bem melhor”, opinou Átila de Souza Alves, 3º D. Ele também ressaltou a dimensão do local. “Ficou bem maior agora que tirou a fonte, cabem mais pessoas. Ficou melhor”, disse.

A aluna Júlia Nunes Quintão de Arruda, 6º C, que se mostrou uma das mais animadas com a versão do Bateras Beat para “Closer”, do The Chainsmokers, também gostou. “Eu achei bem legal a abertura desse espaço, agora cabe um montão de alunos”, salientou. Júlia Roberta Reis, do 6º A, também elogiou: “achei muito bom o que eles fizeram, porque é um espaço legal para a gente ficar ali, comer, conversar. Achei bem legal também a ideia da banda”.

Outra aluna que gostou da combinação música e espaço foi a Lívia Caldeira Miranda, do 6º A, que não vê a hora de começarem a passar os clipes musicais. “Vai dar para a gente ouvir e ficar dançando. Foi bem legal a ideia”, enalteceu. “Gostei muito, é bem divertido. Eu sei que vou brincar muito lá”, acrescentou a colega Ana Vitória David Schommer, também do 6º A. 

Os alunos também aproveitaram a inauguração para mostrar seu talento, seja cantando ou tocando instrumentos, uma mostra dos bons resultados da parceria do Colégio Maxi com a escola de música Bateras Beat Cuiabá.

FabLab terá projetos ligados aos elementos água, fogo, terra e ar

O conceito FabLab é desenvolvido no Colégio Maxi desde 2017 e vem possibilitando aos alunos vivenciarem situações que precisam ser solucionadas, além de proporcionar uma nova e diferente experiência com o conteúdo teórico estudado em sala de aula. Em 2018, o FabLab passou a compor a grade regular do Ensino Fundamental II, e os projetos desenvolvidos do 6º ao 9º ano terão como tema os quatro elementos: água, terra, ar e fogo.

Segundo a diretora Jaqueline de Vecchi Seviero, a proposta do grupo de professores envolvido no FabLab é oportunizar aos alunos experimentar o “mão na massa”. “A intenção é envolver as disciplinas do Ensino Fundamental nas práticas de laboratório promovendo em sala de aula ações que sejam interdisciplinares”, explicou Seviero.

Cada série do Ensino Fundamental será responsável por desenvolver projetos de um dos quatro temas. A turma do 6º ano trabalhará na construção de um elevador hidráulico (água). Terra será o tema do 7º ano que irá desenvolver um modelo de celular (terra). Os alunos do 8º ano serão desafiados com o tema ar a construir um forno solar (ar). E o 9º ano trabalhando o tema fogo, construirá um dilatômetro – equipamento que mede a dilatação da barra de ferro quando dilatada ao ser aquecida.

Jaqueline explica que em um primeiro momento tinha-se em mente que no laboratório de fabricação (FabLab) eram postos em prática apenas experimentos das áreas que os teóricos chamam de Steam, uma sigla em inglês que em Português significa Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática. Mas ao longo da experiência construída no laboratório, percebeu-se que era possível e necessário desenvolver um currículo onde outras áreas do conhecimento pudessem se entrecruzar.

“Formamos uma equipe de professores de diversas áreas e segmentos do Maxi para discutir e elaborar uma proposta de trabalho para os alunos do Ensino Fundamental, com o ideal de propor cada vez mais experiências de aprendizado em que o aluno possa vivenciar as diversas áreas de conhecimento, além de desenvolver as habilidades essenciais para atingir o sucesso no século 21”, afirmou Jaqueline de Vecchi Seviero.

Estudantes contam como lidam com momento que antecede resultado do Sisu

30/01/2018

As horas que antecedem o fechamento do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) são vividas de forma diferente pelos candidatos que fizeram a prova do Enem, inclusive para aqueles que tiraram notas altas. Tem quem não dorme direito acompanhando o vai e vem da nota de corte e tem quem demonstra muita confiança no resultado.

As inscrições para a primeira edição de 2017 do Sisu foram abertas na madrugada desta terça-feira (24) e encerraram na sexta (26). Dados divulgados ontem pelo Inep são de 1.731.755 inscritos, uma média de 28,8 mil inscritos por hora. O resultado final será divulgado nesta segunda (29).

Na expectativa do resultado, as irmãs gêmeas Amanda Amorim e Juliana Amorim, alunas do curso pré-vestibular do Colégio Maxi, estão viveram intensamente a ansiedade que antecede o resultado final da primeira chamada. “Eu estou muito ansiosa, olhei o site do Sisu toda hora e dormia depois de ver a atualização da nota de corte”, conta Amanda Amorim.

Com pontuação de 790,32 e 788,14, respectivamente, elas ficaram na torcida para que a nota de corte não fosse além das delas e funcionou. Para Medicina na UFMT a nota de corte ficou em 779.08 e ambas agora poderão realizar o sonho de serem médicas. Amanda garantiu o 9º lugar e Juliana ficou em 13º.

Por outro lado, quem ficou “de boa na lagoa” foi Pedro Lucas de Souza Cunha. Só uma gíria para nomear qual é o estado de espírito do jovem de 17 anos durante este período que antecedeu o resultado do Sisu. Com 810 pontos, Pedro Lucas está entre as maiores notas dos alunos do Colégio Maxi. Ele garantiu o 2º lugar em Medicina na UFMT.

Amanda, Juliana e Pedro tiveram rotinas de estudos diferentes, mas com foco no mesmo objetivo: vaga no curso de Medicina na Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT).

As irmãs se empenharam em estudar todas as tardes o conteúdo visto em sala de aula, buscando apoio dos professores do Maxi, nas orientações do aplicativo do colégio e nos plantões tira-dúvidas. “Nós revíamos todo o conteúdo visto em sala de aula, focando mais naqueles que tínhamos dificuldade. O suporte que a escola dá para o estudo fora da sala de aula foi o diferencial do pré-vestibular do Maxi, na minha opinião”, afirma Amanda Amorim.

Pedro Lucas, aluno do Maxi desde o 9º ano, conta que não tinha uma rotina rígida de estudos, mas que recorria aos professores de plantão para tirar dúvidas. “Passei a maioria das tardes na escola e sempre ia atrás de um professor quando tinha dúvidas, também ajudava os colegas com as dúvidas deles”, afirma o aluno.

 

Colégio Maxi dá boas-vindas aos alunos com música, pipoca, picolé

30/01/2018

O ano letivo de 2018 dos alunos do Colégio Maxi começou nesta segunda-feira (29) com uma recepção especial. Além de decorar a unidade para que se sentissem muito bem-vindos, a direção preparou intervalos com direito a música, pipoca e sorvete. Os estudantes também encontraram novidades na cantina, cujo cardápio prioriza alimentos mais saudáveis. Já em fase de finalização, o novo Espaço Multiuso deverá ser inaugurado em breve para atividades recreativas e didáticas.

Os alunos chegaram cheios de expectativa para 2018. Giulia da Silva Andreani fez uma avaliação de 2017 e reconheceu que precisa melhorar as notas e a sua dedicação à escola. “Que eu sempre esteja bem, surpreendendo meus pais. E que no ano que vem eu consiga passar na minha faculdade, porque eu tenho um sonho desde sempre que é fazer Medicina”, projeta.

A aluna Júlia Weiss França, do 2º ano, conta que está no Maxi desde o sexto ano e que vem gostando das mudanças que o colégio vem implementando. “Desde o ano passado mudou um pouco o material, a gente tem facilidade para acessar o site com as tarefas e eu acho que isso ajuda muito nos meus estudos”. Segundo ela, isso é importante para que o estudante possa ter condições de escolher o que quer realmente fazer, seja que curso for.

Isadora Fernandes Ageroli explica que chegou ao Maxi no ano passado e gostou muito do que encontrou. “Gostei muito daqui porque tive novas oportunidades e eu espero que consiga passar na Faculdade de Medicina no ano que vem, porque é o meu sonho”, salienta. “Acho que a gente vai ter um ano muito bom, porque os professores estão ainda mais preparados para ajudar os alunos a tirar boas notas no Enem”, opina Bruno Colvara Beloli, que pretende fazer Medicina Nuclear ou Engenharia Nuclear.

Os professores, por sua vez, estão dispostos a fazer os alunos concretizarem seus sonhos. “Estou muito animado. Acho que é um ano de desafios, de novas aprendizagens, a escola vem passando por muitas mudanças, administrativas e, principalmente pedagógicas, tem material novo”, analisa Roger Henrique Bartlo, da disciplina de Geografia e Atualidades. O sucesso, frisa ele, é resultado de um conjunto. “É um tripé pautado na ação da família, em casa, na ação do aluno se dedicando e o papel do professor. Acredito muito nesse tripé e nós, professores, temos buscado nos dedicar para dar esse suporte”, garante.

Colégio Maxi realiza concurso de bolsas para pré-vestibular

11/01/2018

As inscrições para o concurso de bolsas para o pré-vestibular do Colégio Maxi já estão abertas. Elas podem ser feitas até o dia 19 de janeiro, às 18h, e a prova será aplicada no dia 20 de janeiro. Ele é voltado a estudantes oriundos de qualquer instituição de ensino (pública ou privada), desde que tenham concluído ou estejam cursando o ensino médio.

Como na primeira edição do concurso, realizada em 2017 – que contou com a participação de 350 estudantes -, os candidatos poderão obter descontos de até 100% de acordo com a nota obtida na prova. Diante da grande concorrência e do nível cada vez mais alto dos principais vestibulares do país e do Exame Nacional de Cursos (Enem), o pré-vestibular é um diferencial importante para a conquista de uma vaga na universidade.

Neste caso, o Colégio Maxi tem como grande diferencial uma equipe qualificada de professores e ainda conta com a utilização do material didático Anglo, o que mais aprova no Brasil. O Sistema Anglo de Ensino é o mais tradicional do país e caracteriza-se pela inovação na área de preparação para vestibulares.

Os alunos contam também com vários programas de apoio, preparação para a redação, como o “Redação da Hora”, um sistema que cronometra o tempo da prova para garantir aperfeiçoar a escrita no tempo apropriado para realização do Enem. Além de simulados, aplicativos exclusivo para tirar dúvidas, 24 horas e estudar em qualquer lugar, além de horário otimizado.

As avaliações das provas são feitas por meio de um sistema exclusivo, que permite a cada aluno verificar seu desempenho nas diversas disciplinas.

Serviço – As inscrições para o concurso de bolsas para o pré-vestibular do Colégio Maxi podem ser feitas até as 18h do dia 19 de janeiro. A prova será realizada no dia 20 de janeiro, às 8h. Inscreva-se pelo link: http://bit.ly/MAXIextensivo.

 

Fotos: Helder Faria

Maxi recebe prêmio nacional com o programa Rumo Certo

Ao longo deste ano, o Colégio Maxi realizou uma série de atividades que levou os alunos a refletir e discutir sobre a forma com que se alimentam, como a sexualidade é vivida durante a adolescência e o uso de álcool e drogas. Chamado de Rumo Certo, este programa de desenvolvimento humano recebeu o prêmio Transformadores da Educação, oferecido pelo grupo Somos Educação, maior grupo de educação básica do Brasil e mantenedor do Colégio Maxi em Cuiabá.

O programa desenvolvido pelo Maxi em Cuiabá foi reconhecido por sua relevância social pela categoria “Respiramos escolas, influenciamos alunos”, do prêmio nacional promovido pelo grupo Somos Educação para as unidades escolares vinculadas ao grupo, como forma de reconhecer as iniciativas alinhadas aos princípios da empresa.

“Compartilhar o que desenvolvemos em Cuiabá com outros profissionais da educação trouxe, além de muito orgulho, o sentimento de que estamos no “Rumo Certo”, auxiliando os jovens a enfrentar as vulnerabilidades da adolescência com mais conhecimento e responsabilidade para assim alcançar o caminho do sucesso”, enfatizou a coordenadora do Ensino Fundamental, Jaqueline de Vecchi Seviero.

O prêmio Transformadores da Educação é um prêmio interno da companhia Somos Educação e visa reconhecer iniciativas alinhadas aos objetivos como dar visibilidade aos talentos e iniciativas que impactam positivamente a escola, transformar a educação e mostrar o cuidado uns com os outros, além de reconhecer o impacto de cada um como protagonista da mudança que todo o  Grupo pensa.

Rumo Certo

O Programa Rumo Certo prevê uma série de ações com participação dos alunos, pais e escola para dialogar assuntos como “Alimentação Saudável e ”, “Desenvolvimento Humano e Sexualidade”, “Prevenção ao Uso de Álcool e Outras Drogas”.

Na prática, os alunos têm aulas semanais de 50 minutos. As dinâmicas de trabalho envolvem leitura de textos, rodas de conversa, debates, palestras com especialistas da área da saúde e desenvolvimento humano, encontro para pais e alunos, além de intervenções pedagógicas e atividades multidisciplinares.

Ao longo deste ano, foram realizadas palestras com nutróloga, caminhada coletiva, atividades que discutiram os malefícios do açúcar e a quantidade do produto nos alimentos, e também as consequências do uso abusivo de álcool e drogas, que resultou em apresentações no Festival Cultural e em TED Talks dos alunos sobre estas temáticas.

Para execução do Rumo Certo, o Maxi conta com apoio do Grupo de Estudos e Pesquisas em Educação Moral (GEPEM), formado por docentes e pesquisadores de algumas das mais respeitadas universidades do país, como USP, Unifesp, Unesp e Unicamp. Os profissionais que atuam na coordenação deste programa são o psicólogo e pós-doutor pela Universidade de Washington em dependência de drogas, Raul Martins, e a psicóloga e doutora em Educação pela Universidade Estadual Paulista – Unesp, Luciana Aparecida Nogueira Cruz.

Colégio Maxi abre ano letivo com inauguração de espaço multiuso

26/12/2017

Quando voltarem às aulas, em janeiro de 2018, os alunos do Colégio Maxi terão uma grata surpresa. Já estará pronto e em pleno funcionamento um novo Espaço Multiuso. Climatizado, inovador e repleto de novas possibilidades, ele servirá tanto para atividades recreativas e extracurriculares como eventos artístico-culturais. 

A arquiteta Monize Fraga, que assina o projeto junto com o arquiteto Emerson Itaborahy pelo escritório Itaborahy Arquitetura, explica que o espaço multiuso atende a diferentes demandas do Colégio Maxi. Uma delas é oferecer um ambiente mais agradável do ponto de vista climatológico, amenizando o forte calor que é típico de Cuiabá.

Segundo ela, o objetivo do projeto foi mesclar vários usos no mesmo espaço, onde se tem possibilidades como a de um auditório, de um ambiente de recreação, com mesas de ping-pong, mini-palco para pequenas apresentações e espaços de convivência e interação. “As linhas projetuais foram desenvolvidas pensando em como os alunos iriam se apropriar desse espaço em diferentes eventos”, informa.

O minipalco serve de arquibancada, assim como os janelões com blocos vazados e molduras coloridas servem para sentar. Também foram desenvolvidos módulos, que serão espalhados pelo local, que podem ser utilizados como bancos ou para servir de apoio. “E toda a tipologia do projeto foi desenvolvida com as cores do colégio, que foram colocadas em diversos pontos”, acrescenta a arquiteta.

Para completar, ela destaca o sistema multimídia com projetor e telão, que nos momentos de recreação podem passar clipes e também podem ser usados para informativos e projeções durante palestras.

“Acho que a expressão multiuso resume bem o que vai ser esse espaço, no sentido de que a gente pode utilizá-lo nos intervalos, para palestras, para aulas coletivas. Aquele movimento que nós fazíamos de utilizar a quadra agora será em um espaço com climatização”, ressalta o professor Carlos Roberto Leão, coordenador do Ensino Médio do Colégio Maxi.

De acordo com ele, o Espaço Multiuso estará disponível já no início das aulas, no dia 29 de janeiro, para o tradicional bate-papo que os professores fazem com os alunos. A ideia de criá-lo, explica Leão, veio da direção do Colégio como forma de otimizar a utilização do local, tornando-o mais agradável e produtivo, dentro da proposta pedagógica do Maxi.

Confira algumas imagens que revelam como será o Espaço Multiuso: 

Descontração, festa e muita alegria marcam aulas da saudade do Maxi

Teve festa, teve torta na cara, teve dancinha, teve futebol de sabão, picolé. Teve dezenas de selfies, pipoca e cachorro-quente. Tinha aluno e tinha professor. E se engana quem acha que estamos falando de uma festinha da pré-escola! Eram alunos e professores do 9° ano do Ensino Fundamental e da 3° série do Ensino Médio na aula da saudade se despedindo de 2017.

O final do ano escolar marca o encerramento de um ciclo e a proximidade de mudanças na vida do estudante, em especial daqueles que concluíram o 3° ano do Ensino Médio. Para trazer leveza neste momento que é um misto de tensão e expectativa pelo futuro, alunos, professores e diretores do Colégio Maxi tiveram uma tarde de brincadeiras e descontração.

Entre os alunos do 9° ano, Lilian Kelly de Lima, coordenadora Pedagógica, conta, entre um abraço e outro dos alunos, que esse é realmente um momento de descontração e integração entre professores e alunos que a partir do próximo ano não terão mais esse contato diário e intenso de sala de aula.

Um dos momentos homéricos da aula da saudade foi a dança estrelada pelos professores Ana Helena Paroli e Roger Bartlo. “Sou super séria em sala de aula, mas aqui a proposta é curtir com eles [alunos] essa conquista que é a conclusão do 3° ano”, sorri a professora, contente também porque entre os formandos está a filha.

Campeã da Olimpíada de Química, a formanda Júlia Sato Jaworski, se diz – e demonstra estar – tranquila e otimista com o futuro. A conclusão dos estudos escolares marca, para ela, uma superação. Sem estudar por quase um ano por conta da dedicação a um tratamento de uma doença grave, Júlia aguarda os resultados do Enem para disputar uma vaga no curso de Direito de uma universidade federal.

“Meus pais tinham uma preocupação muito grande se eu superaria esse ‘buraco’ na minha vida escolar. Deu tudo certo, tive um apoio imenso dos professores em toda minha caminhada. Eu espero o futuro com otimismo”, pondera Júlia com serenidade.

O clima alegre, leve e descontraído foi o tom da despedida dos alunos e início de um novo ciclo. A sensação de alunos e professores é de terem cultivados momentos que se tornarão boas lembranças. “Ah, esse ano vai deixar saudade!”, contou Silvia Pereira Vince Sgalha, do 9° ano.

 

Oito alunos do Maxi são medalhistas da Olimpíadas Mato-grossense de Química

05/12/2017

Oito alunos do Colégio Maxi se destacaram na Olimpíadas Mato-grossense de Química e receberam as medalhas durante a cerimônia de premiação realizada no auditório da Secretaria de Estado de Educação (Seduc), na sexta-feira (1).

Arthur Antunes está na 2ª série do Ensino Médio e esta é a segunda vez que conquista uma medalha na OMQ. Ano passado conquistou ouro, este ano ficou com a prata, mas a alegria é a mesma. Ele conta que não precisou sair da rotina de estudos, apenas revisou o conteúdo aplicado na sala de aula. Para ele, “a prova não foi tão difícil.

Outra medalhista foi Juliana Lie Emiyakwa. Ela está na 1ª série do Ensino Médio e foi a primeira vez que participou da competição. Ela conta que precisou ter uma rotina de estudo para conseguir uma boa posição na competição.

Pedro Lucas conquistou a medalha de ouro. Aluno da 3ª série do Ensino Médio ele reforçou de que as aulas já dão o embasamento necessário para as provas. Ele participou este ano também das Olimpíadas de Matemática e a de Física, as quais considerou mais difíceis do que a de Química, que tirou de letra.

Apesar de não ter fugido da rotina de estudos, Pedro conta que aproveita os plantões com os professores para reforçar os conteúdos e tirar as dúvidas. Isto facilitou também na hora das avaliações.

O professor de Química do Colégio Maxi, Sergio Sussumu, fez questão de afirmar que a escola não cria nenhuma rotina diferenciada para os alunos que se inscrevem nestas competições. “Isto iria mascarar os resultados”. Ele conta que no site das olimpíadas tem o conteúdo programático e normalmente é o que se aplica em sala de aula. Não há segredo.

Ele reforça ainda que a participação dos alunos ocorre de maneira espontânea. “A escola apenas convida”. Sussumu conta também que a participação na competição ajuda a preparar os adolescentes para as provas decisivas como os vestibulares e Enem. “Se entrar questões que não estudou ainda, dizemos para ficar tranquilo e isto faz com que eles passem a se habituar com estas situações de pressão, mas sem pressa. É um treinamento para o vestibular”, afirma.

Confira os medalhistas

MEDALHA DE OURO

Pedro Lucas

 

MEDALHA DE PRATA

Cauê Pereira

Arthur Antunes

 

MEDALHA DE BRONZERONZE (5)

Arnaldo Barbosa

Eduardo Martinez

Gabriel Thome

Juliana Lie

Pedro Kreutz

 

Fonte: Pau e Prosa Comunicação

Colégio Maxi realiza “aulão” preparatório para o Enem

03/11/2017

Os dias que antecedem o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) geralmente são marcados por muita tensão e ansiedade. Parece que toda a pressão do mundo está nas costas do estudante, afinal é a hora de mostrar o resultado de anos de preparação. Mas é justamente nesse momento que é preciso desencanar um pouco e ter calma para que toda essa dedicação não seja em vão. O Colégio Maxi sabe bem disso e iniciou nesta sexta-feira (3 de novembro), um Aulão, com dicas e revisões, além de muita descontração.

Esse momento é fundamental para eles, explica Ana Helena Paroli, professora de Linguagens/Língua Portuguesa. “Primeiro porque você sai daquele ambiente da sala de aula, que durante o ano acaba ficando maçante. Segundo, que na quadra você tem a chance de colocar uma música, de brincar, porque eles estão numa tensão muito grande. Você cria um ambiente de conforto. É muito importante eles se sentirem seguros e confortáveis”, justificou.   

Ela lembra que o apoio da família é fundamental, mas se trata de um momento que eles têm o apoio da escola. “Esse tipo de intervenção pedagógica é extremamente valiosa, importante, e eles participam. Fizeram cartazes, se expressaram, falaram com os professores. Então, é isso o que faz a escola ser diferenciada”, salientou. Muitos alunos inclusive foram fantasiados, colaborando para criar o clima de descontração.

Iniciativa aprovada

Os alunos aprovaram a ação do Colégio Maxi. “É bom na véspera do Enem, porque a gente fica muito nervoso, ansioso com a prova. Então, vir para cá é bom para dar uma relaxada”, elogiou Anadiely Moreira. Ela contou que seu objetivo é entrar no curso de Medicina, mas foi uma decisão tomada depois de já ter iniciado outro curso superior. “Comecei a fazer faculdade, mas tive um episódio que me fez repensar um pouco. Conversei com um primo que estudou aqui e passou para Medicina e decidi mudar os rumos”, revelou.

“Eu acho importante porque o período de ano em que a gente estuda é muito longo. O que estudamos no primeiro bimestre, por exemplo, não recordamos com tanta facilidade. Então, essas aulas antes do Enem são essenciais para que a gente possa relembrar”, enalteceu Magda dos Santos Pereira. Segundo ela, não dá para ter 100% de segurança do resultado, mas diz que se sente pronta para o desafio. “Eu me sinto preparada, confiante, acho que fiz o que deveria ter feito”, acrescentou.

Outro aluno, Carlos Henrique Garcia Bernardes de Campos, disse já estar bem mais relaxado depois da atividade. “Estou achando muito bom, principalmente para a ansiedade, acalma um pouco os ânimos. Estou me sentindo muito melhor agora para ir fazer a prova”, garantiu. Como as duas colegas, ele também está em busca de uma vaga para Medicina, de preferência na UFMT. “É um curso que eu sempre pensei em fazer. Este ano fiz a orientação e deu Medicina também, então tenho certeza que é isso que eu quero”, frisou.

O “Aulão” para o Enem prossegue de terça a quinta (7 a 9/11), das 18h às 22h, e na sexta (10), das 7h30 às 12h, no Colégio Maxi.

Colégio oferece bolsas integrais para alunos da rede pública

01/11/2017

Seis bolsas integrais de estudos para os três anos do Ensino Médio são oferecidas pelo Colégio Maxi para alunos da rede pública. Além da isenção da mensalidade, os bolsistas terão garantido o material escolar e uniforme. As inscrições vão até domingo (5/11). A iniciativa faz parte do programa de bolsas “Somos Futuro 2018”, que busca alunos em todo o país que estejam cursando o 9º ano do Ensino Fundamental em escola pública ou sejam bolsistas integrais em outra escola e que estejam indo para a 1ª série do Ensino Médio em 2018.

O diretor administrativo e financeiro do Maxi, Lucas Faleiros, ressalta que a iniciativa surgiu porque o colégio está ciente das dificuldades educacionais e dos diversos contextos sociais do país. O objetivo do programa é oferecer a oportunidade de uma educação de excelência para estudantes de baixo nível socioeconômico e alto potencial acadêmico, ponderando suas realidades.

Faleiros destaca ainda que a iniciativa vai muito além da isenção da mensalidade. É uma ação de humanização, que visa dar oportunidade única para jovens talentos. “Queremos trazer estes talentos para nossa escola, mas é mais do que colocar ele numa sala de aula com professores qualificados, é proporcionar todo o acolhimento, monitoramento, e até disponibilizar um mentor para orientá-lo nos estudos e no aconselhamento para a vida”, explicou.

Para participar, os candidatos precisam se inscrever no link http://bit.ly/somosfuturo. O processo seletivo inclui uma prova online, prevista para o dia 12 de novembro, às 13h, além de avaliação presencial em uma das escolas parceiras, que ocorrerá entre os dias 27 de novembro e 15 dezembro. Também serão feitas entrevistas com os candidatos, a partir de 20 de novembro e é possível que ocorram entrevistas com os familiares.

Os candidatos aprovados nas três etapas iniciarão o ano acadêmico de 2018 com isenção de 100% das mensalidades e dos materiais didáticos em uma das escolas parceiras do programa, priorizando sempre a que for geograficamente mais próxima de sua residência.

Psicóloga defende fim dos tabus sobre sexualidade nas conversas entre pais e filhos

26/10/2017

Uma sala de aula lotada de pais cheios de dúvidas sobre a melhor forma de conversar sobre sexualidade com os filhos. Essa cena aconteceu na terça-feira (24) durante a palestra realizada pelo Colégio Maxi com a educadora, psicóloga e sexóloga Cida Lopes.

“A dificuldade que os pais têm hoje é fazer diferente do que eles aprenderam, só que não tivemos uma educação para que pudéssemos construir um conceito positivo sobre sexualidade. Hoje estamos perdidos na tentativa de acertar”, avalia Cida Lopes, autora de livros sobre sexualidade voltados para o público infantil, entre eles Sexo e Sexualidade e Soltando os Grilos  e que, em 2018, lançará o primeiro livro para adultos.

Segundo ela, o ponto de partida para que a atual geração de pais e responsáveis por crianças e adolescentes consiga conversar numa boa com os filhos é compreender o que é sexualidade. “Se a gente aprendeu que sexualidade é algo feio, proibido, que tem idade e hora para falar sobre o assunto, se tivermos essa visão negativa, toda pergunta da criança e do adolescente vai nos assustar. Se a gente reconstruir, ressignificar o conceito de sexualidade se dando conta de que é algo bonito, que tem o objetivo de aumentar o vínculo, dar prazer, trocar afeto, demonstrar sentimento, a gente tem a possibilidade de passar isso para a criança. Se a gente ver o lado bonito da sexualidade a gente perde o medo de falar sobre esse assunto”, pondera a autora.

No aguardo para o início da palestra, Eudirléia Ana Fernandes, mãe de crianças de 5 e 9 anos, contou que na infância dela os pais não conversavam sobre sexualidade. “Eu fui saber na sétima série quando estudei sobre o aparelho reprodutor. Eu não sabia!”, confessa. Mas agora, ela já tem o cuidado de se preparar para conversar naturalmente sobre o tema. “Eu já tenho essa preocupação e gosto de ver a escola alinhada com essa necessidade de falar sobre sexualidade de forma complementar”, afirmou Eudirléia, que é médica veterinária.

Como falar e qual a forma mais adequada para tratar do assunto com os filhos é a dúvida que deixa os pais mais preocupados. A constatação é da sexóloga Cida Lopes, que estuda o assunto há anos.

Tatiana Sato, mãe de meninas de 13 e 17 anos, relatou a sua dificuldade em conversar com as filhas sobre sexualidade. “É um assunto muito difícil de conversar com os filhos. Eu não tive a presença dos meus pais para falar sobre sexualidade e fui cobrada pela minha filha mais velha por não ter conversado com ela de forma mais franca. Então, eu não quero errar pela segunda vez e por isso estou aqui [na palestra]. Achei muito interessante a escola proporcionar essa palestra aos pais”.

Segundo Cida Lopes, a criança confia e acredita nos pais e têm neles a referência para responder a todas as suas curiosidades, mas o adulto adota um comportamento diferente quando o tema é sexualidade, muitas vezes chegando a fugir da conversa. E é aí que começam a ser criados, na cabeça das crianças, os tabus em torno do assunto. Cida Lopes explica que a medida que a criança aprende a falar, o assunto sexualidade já é pauta porque ela tem um mundo inteiro a ser descoberto. Do mesmo jeito que ela tem curiosidade sobre a vida, o sol, o vento, a lua, ela também tem curiosidade sobre a sexualidade.

“Quando um filho te faz uma pergunta, ao invés de considerar uma falta de respeito ou pergunta inadequada, é preciso compreender que é um privilégio ter sido eleito para responder. Quando falamos sobre sexualidade é muito mais querer criar um vínculo, se mostrar sempre disponível, do que saber qual a melhor resposta propriamente. E os pais ficam mais preocupados em como responder corretamente e se esquecem que o importante é o vínculo”.

SUGESTÃO DE PAUTA: Palestra sobre sexualidade será realizada com pais de alunos em escola de Cuiabá

24/10/2017

A educadora Cida Lopes estará em Cuiabá nesta terça-feira (24) para uma palestra com os pais de alunos do Colégio Maxi com a temática referente à sexualidade, educação sexual e relações humanas.

A palestrante também é psicóloga, terapeuta sexual, escritora e profere palestras em diversas cidades do país, sendo referência na abordagem da sexualidade na fase da adolescência.

O evento será às 18h30, no Colégio Maxi.

*SERVIÇO*

O que: Palestra sobre sexualidade

Quando: Nesta terça-feira (24), às 18h30

Onde: Colégio Maxi

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